Brasil, país do futuro.
Que futuro terá uma nação que não provê um mínimo de dignidade aos seus habitantes e não concede oportunidades de alimentação, saúde, educação e emprego?

Os políticos se põem acima do bem e do mal e junto com uma máquina governamental podre, corrupta e corporativista explora a maioria do povo trabalhador, ainda crente no país do futuro e em sua essência de boa índole e trabalhadora.
Cidadãos de duas classes, o funcionário público com garantias, estabilidade, direitos adquiridos, independentes de meritocracia, honestidade e competência. O resto da nação sem garantias, estabilidade e direitos é responsável pelo seu trabalho para manter a máquina dos funcionários com obrigações e deveres impostos com violência.
A edição 940 da revista Exame mostra um absurdo de um país que está se construindo, ou melhor, se destruindo. A reportagem é a “O País de Elias. E o País de Jodinaldo”, uma face negra do momento que vivemos, assistimos e não estamos fazendo nada para mudar. A doença da apatia e sensação de impotência diante que nos imobiliza desse quadro é contagiosa e perigosa.
Ouvir isso, conviver com isso e ainda por cima haver uma certeza da população de que apesar de tudo este é o melhor país do mundo está ficando difícil de entender.
Os jovens de hoje estão fazendo suas opções, ir para fora do Brasil, em busca de dignidade, oportunidades, justiça, segurança e qualidade de vida ou ser funcionário público e que se dane o resto. Afinal, no Brasil "as coisas sempre foram assim e nada vai mudar".

Creio estarmos chegando a um limite explosivo nesta dinâmica perversa. Os escândalos do congresso nacional e as atitudes de seus líderes são o escárnio que faltava.
Visite o site http://www.brasilsemcorrupcao.com.br/ e conheça o trabalho liderado por Luiz Otávio da Rosa Borges.