terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Elisa e a escola Teddy Bear

Há oito anos, nos mudamos para Florianópolis, a Ilha da Magia.

Silvia e eu achávamos que tínhamos a preparado para a mudança, mas ficou magoada e chateada.

Elisa deixava para trás aos 11 anos a sua turma da escola Waldorf Rudolf Steiner, às amigas e amigos do Clube de Campo de São Paulo, da praia da Baleia e todos primos, primas, tios, tias desta grande família Leal de Moraes.

Florianópolis era para ela a Desterro ficando triste e um pouco isolada das coisas e dos amigos.

Havia dois momentos e lugares em que seu sorriso se abria e sua alegria se espalhava e contagiava eram os dois dias da semana que ia para a Teddy Bear, quando seu semblante mudava e ia e voltava deste fantastic world com os olhos brilhando.


(1) Leia depois o artigo: "A Liberdade"

Os outros dois dias sagrados eram o das aulas de piano com o alegre, simpático e competente Alberto Heller (www.albertoheller.com), na Camerata de Florianópolis.

Sempre que podia a acompanhava e sempre curti suas aulas. Não me esqueço de uma apresentação dela na festa de fim de ano da Camerata de Florianópolis quando tocou a quatro mãos com Alberto HellerEste que é um dos melhores pianistas do Brasil e do mundo,  fez uma apresentação na Academia Catarinense de Letras e Artes há duas semanas e tornou-se um grande  amigo e tivemos nesse dia a oportunidade de conversamos bastante.

Na Teddy Bear eu a deixava e ia buscá-la nos primeiros anos de Florianópolis, sempre alegre e irradiante. Era uma viagem e mudança que fazia duas vezes por semana ao Teddy Bear World.

Há pouco mais de um ano soube que a Teddy Bear estava se expandindo, e eu sentia que precisava também começar algo novo, ter mais um desafio que me mantivesse com o foco no futuro, procurei conhecer melhor o produto, o serviço, o negócio, a missão, os valores e me encantei e me comprometi com a escola Teddy Bear.

Em uma das minhas vindas para São Paulo, procurei minha amiga de sempre Beth Assumpção, mas que há vinte anos não nos encontrávamos. Nos reencontramos e contei para ela da Teddy Bear e que gostaria de trazer para São Paulo, sua primeira reação como a da maioria dos meus amigos foi.

- Ficou louco?
Aí eu respondi:
- Não, por que você será minha sócia, você está no mercado há muitos anos, foi uma empresária de sucesso na época do Bem Me Quer, e sempre amou e trabalhou com crianças.

Ela quase me bateu...


(2) Leia depois o artigo: "O Verdadeiro Relacionamento"

Pedi que visitasse o site: www.teddybear.com.br , convite que, também, faço para você que está lendo.

Em outra oportunidade fomos conhecer a unidade de Jundiaí.

Beth disse que realmente tratava-se de algo inovador, cativante e que teria resultados.

Beth Assumpção foi tão amiga de lá pra cá e tem  sido minha conselheira e sócia de fato.

Uma vez tido esse apoio conversei com Elisa e a convidei para ser minha sócia. Ela vibrou.

Daí para a frente foi um árduo caminho de passar por um rígido processo de aceitação, identificação com os valores e conhecer os excelentes consultores que acompanham Luciana e Tony Franceschi, idealizadores e realizadores da Teddy Bear.

Localizar a unidade em São Paulo foi uma novela desgastante, parece que o plano diretor da cidade conspira contra as escolas.

É com alegria que estou informando que este presente para a cidade de São Paulo, estará disponível para uma formação, integração e muito processo criativo de aprendizagem para as meninas e meninos de 2 a 16 anos.

A nossa unidade será na Rua Coronel Artur de Paula Ferreira,110 na Vila Nova Conceição.  E será inaugurada no início de fevereiro. Aguarde o convite.


(3) Leia depois o artigo: "Sei que Eu e Você Somos Gotas no Oceano"

A unidade Alto de Pinheiros, Rua dos Macunis, 485, é comandada por Evandro e Mariana Amidani, que já está recebendo matrículas.

Conto com vocês meus amigos, e minhas amigas e os convido mais uma vez para entrarem no site e conhecer a Teddy Bear: www.teddybear.com.br, e receber seus comentários.

Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:

(1) Artigo: "A Liberdade"
(2) Artigo: "O Verdadeiro Relacionamento"
(3) Artigo: "Sei que Eu e Você Somos Gotas no Oceano"

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O dólar derreteu, e agora? Salve-se quem puder?

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.

A crise financeira que estava em rescaldo e sob aparente controle dos bancos centrais está de novo acesa.

(1) Leia depois o artigo de 10/06/2009:  "A crise não acabou... Ela está começando".


Começa a guerra cambial? Ou a verdadeira guerra comercial?

Manter o equilíbrio fiscal em cada país é a lição de casa que cabe a cada um realizar.

Aqui há oportunidades e riscos que comprometem o futuro individual de cada país.

O mundo é um só, globalizado e interdependente, mas o sucesso ou desastre do futuro de cada país depende de cada um deles.

O cenário internacional é preocupante e os representantes do G-20 se encontraram na semana passada em Seul, tentando encontrar soluções.

O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meireles, estavam ausentes. Por quê?

O ajuste fiscal e monetário, como fazê-los ao mesmo tempo?

Na área do euro as Nações têm a mesma moeda, cabe a cada país fazer o ajuste fiscal e criar condições de melhoria de qualidade e de produtividade de seus produtos e serviços para terem competitividade.

Um desequilíbrio comercial gera desemprego e crise social que desequilibra a harmonia nacional e mundial.

A Alemanha saiu na frente, França Grécia, Espanha e Irlanda estão sofrendo, mas enfrentam o problema.

Os Estados Unidos com seu grande déficit comercial e fiscal está com dificuldades para encontrar a saída da crise, ou melhor, um crescimento sustentável, pois o desemprego o empurra a insistir a desvalorizar o dólar e assim transfere parte do  custo para o resto do mundo.


(2) Leia depois o artigo de 03/10/2008:  "Acabou a 'exuberância irracional'".

O Japão e Alemanha gritam, pois são superavitários em suas balanças de pagamento.

A China com um bom cacife neste jogo empurra com a barriga e coloca o yuan nivelado ao dólar. Ganha mercado e leva vantagens.

O cenário mundial não é mais de céu-de-brigadeiro (2002 a 2007). As medidas paliativas de aumento dos gastos públicos e o Estado injetar recursos na Economia para maquiar as verdadeiras raízes da crise financeira e dos bancos em 2008 se esgotaram.

E agora, para onde vai o mundo?

Há um desequilíbrio e início de guerra cambial chamada “desvalorização competitiva das moedas”, que para muitos economistas (inclusive eu), acreditam que isso é provocado por um desajuste comercial e diferenças de competitividade de produtos e serviços (produtividade).

 Haverá tempo e condições de os países na próxima reunião do G-20, em novembro, se não resolverem pelo menos abrandarem o quadro explosivo?


Há indícios de uma reforma no Fundo Monetário Internacional e de um novo equilíbrio de forças que legitimará um processo gradual de ajustes que venham permitir um crescimento mundial sustentável no médio e longo prazo.

EUA, Japão, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Brasil, Rússia, Índia e China manterão seus assentos como maiores acionistas.

E o nosso querido Brasil?

(3) Leia depois o artigo de 30/07/2009:  "A Sombra e a Luz no Brasil de Hoje".

Em nossas casas, em nossas empresas e nosso país é importante ter um equilíbrio orçamentário.

Se quisermos investir, temos que ter poupança ou vamos depender de empréstimos de outros.

As perspectivas do Brasil para 2011 não são tão favoráveis como quer demonstrar o clima de ufanismo que vivemos graças a um marketing e propaganda que tenta descolar o Brasil do mundo.

Continuamos com os juros mais altos do mundo, e é claro quem quer ganhar fácil vem para cá.

Importamos 20% de tudo que consumimos e é claro nossa indústria continua sendo sucateada.

Nossa capacidade de investimento é quase nenhuma, pois não temos poupança, das pessoas, das empresas e do Estado, e temos que depender do investimento exterior.

Nosso déficit comercial aumenta e tende a crescer apesar de o Brasil ser o celeiro do mundo e dos atuais bons preços das commodities.



Vamos fazer a lição de casa? E de verdade seremos como Nação e País um sério candidato a País de primeiro mundo?

Ou vamos nos contentar em sacar contra o futuro sonhando com a Copa do Mundo, as Olimpíadas e o Pré-Sal?



Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo de 10/06/2009:  "A crise não acabou... Ela está começando".
(2) Artigo de 03/10/2008:  "Acabou a 'exuberância irracional'".
(3) Artigo de 30/07/2009:  "A Sombra e a Luz no Brasil de Hoje".

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Brasil, o queridinho do mundo?

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.

É natural que estar com o ego estufado e ao mesmo tempo estar na zona de conforto leva qualquer um à sensação de estar feliz e ao mesmo tempo desatento aos riscos eminentes.



Com um país a situação se repete.

O Brasil vive um bom momento, e o nosso presidente com uma aprovação de 80% no fim do seu mandato entrou em órbita.

Lembram-se da velhinha que morreu depois de ter uma vida exemplar e santificada?
Sua alma subiu rapidamente para o céu e já ia passando pelo mesmo, não fosse São Pedro gritar e dizer a mesma.
- Fale um palavrão.
Quando chegou ao céu a velhinha reclamou de São Pedro ter dito seu único palavrão, e perguntou ao mesmo:
- Por que isto?
São Pedro respondeu:
- Porque a senhora passaria do céu e entraria em órbita.

Acredito que sua santidade Lula da Silva, provavelmente, não falará o palavrão ao receber o adeus de seus fiéis após o fim de seu mandato.

Paul Krugman
O premio Nobel de economia em 2008, Paul Krugman, em entrevista no dia 05 de setembro a Leandro Modé, do jornal O Estado de São Paulo, ao responder a pergunta:
- Qual a principal mensagem o sr. trará ao Brasil em sua visita?
E Paul respondeu:
- O Estados Unidos, Europa e Japão estão ainda em crise, apenas contiveram a fase mais aguda, mas os desafios cresceram. Há um risco de uma longa estagnação nas maiores economias e as pessoas precisam saber disto. Quanto ao Brasil ser o queridinho dos mercados financeiros é uma situação perigosa, há pouco era o México, a Argentina, a Estônia, …

O cenário de crescimento mundial que tanto beneficiou o Brasil já terminou em 2008, nosso crescimento no ano passado foi de 0%, este ano será de 7%, mas fizemos a lição de casa?

(1) Leia depois o artigo: "Meu aniversário, Grécia e Marina Silva"
O link está logo no final do artigo.

Há sustentabilidade em nossa evolução micro e macro econômica?

Quais os obstáculos esperam o presidente a ser eleito?

Suely Caldas
Suely Caldas, economista, em seu artigo de 05 de setembro no jornal O Estado de São Paulo, colocou de forma sintética as bombas a serem desarmadas:





Reforma do Estado:
É o pior legado de Lula. Para acomodar companheiros, ele duplicou o número de ministérios, gerando gastos desnecessários. Para comprar partidos aliados, loteou o governo e o Estado com políticos despreparados e a serviço de seu partido, não da população. Tirou o caráter técnico, politizou e enfraqueceu as agências reguladoras, prejudicando a eficiência da renovação e fiscalização dos serviços públicos. Com isso a corrupção prosperou e predominou em seu governo.
Seu sucessor precisa desfazer esse aparato, eliminar ministérios inúteis, capacitar tecnicamente os funcionários nas funções de planejar e regular, economizar recursos direcionando-os para saúde, educação, saneamento, segurança e programas sociais. E, já na partida, dar um freio de arrumação na distribuição de cargos, valorizando funcionários de carreiras e oferecendo à sua base aliada cargos de representação política, deixando os técnicos para quem for capacitado.

Relação com o Congresso:
Se no governo FHC já existia o toma lá dá cá, entre Executivo e o Congresso, na gestão Lula virou regra comum. Não havia uma matéria em que, para votar, deputados e senadores não cobrassem favores, cargos, liberação de verbas. Desde o mensalão, no primeiro mandato, Lula mostrou-se fraco, cedeu e foi cedendo aos caciques do PMDB e demais partidos até tornar o toma lá dá cá uma norma corriqueira.
O novo presidente precisa entrar mostrando força, invertendo essa relação perniciosa que desmoraliza a imagem do Congresso, decepciona e reforça a percepção dos eleitores de que “ali não se salva ninguém”.


(2) Leia depois o artigo: "O Brasil de 50 anos atrás e o de hoje."
O link está logo no final do artigo.

Dívida pública:
O preço do sucesso do governo Lula na economia – a expansão dos programas sociais, o crescimento econômico e geração de empregos – foi o aumento do endividamento. E não vacilou em ampliar a dívida pública para emprestar dinheiro para o BNDE, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal repassar em créditos de investimentos às empresas e à Petrobras. E a dívida bruta hoje já ultrapassa 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
Quando era possível amortizar o valor principal, nos primeiros 6 anos de prosperidade e expansão da arrecadação tributária, Lula não o fez e preferiu optar pelo aumento dos gastos correntes. Com isto o estoque da dívida continuou subindo. O novo presidente vai enfrentar o desafio de fazer o oposto; não se limitar a pagar só juros, retomar o bom hábito de amortizar, abater o valor total e ganhar mais segurança para atravessar seu mandato com menor risco de crise.

Gastos públicos:
Organizar o que Lula desorganizou, definindo prioridades e concentrando gastos em itens que façam a diferença para a qualidade de vida da população mais pobre. Ou seja, melhorar o atendimento em hospitais públicos, capacita-los para aumentar o numero de cirurgias e ampliar o orçamento para Ministério da Saúde. Também na educação qualificar professores, reduzir o analfabetismo funcional, oferecer ensino de qualidade. E ampliar gastos também para a segurança e o saneamento básico.

Investimento em infraestrutura:
Apesar do bom desempenho econômico, Lula vai concluir seu mandato com uma taxa de investimento medíocre de 17,9% muito abaixo dos 25% necessários para garantir um ritmo sadio de crescimento econômico.
O Estado até expandiu investimentos na reta final do governo como o PAC, o programa Minha Casa, Minha Vida e a promessa do pré-sal. Mas, para atrair investimento privado em infraestrutura, o governo Lula fez tudo errado, a começar pela politização das agencias reguladoras e sucessivas mudanças em marcos regulatórios, que geram insegurança e afastam investidores. É mais um setor que um novo governante precisa virar pelo avesso para obter bons resultados.

Investimentos específicos:
Há três projetos que precisam de uma reavaliação. São a Usina de Belo Monte, o modelo da exploração de petróleo da área de pré-sal e o trem bala entre Campinas e Rio de Janeiro. Entre a concepção e a execução os três apresentaram dificuldades que a razão aconselha a reavaliação.
O investimento de Belo Monte nasceu privado e vai terminar estatal, por que dúvidas quanto a rentabilidade afastaram investidores privados.
A complicada capitalização da Petrobras para obter recursos para obter o pré-sal é apenas o começo das dificuldades que a estatal enfrentará para custear a maior parte destes investimentos. Seria o caso de o novo governo pensar em mudar o modelo e dividir este custo com outras empresas privadas.
E o trem bala, o sugador de dinheiro público de tão poucos benefícios, seria mais recomendado desistir dele e redirecionar os recursos para áreas mais carentes.

Reformas estruturais:
Por ultimo, mais de importância fundamental para a eficiência da gestão pública estão as reformas – política, tributária, previdenciária e trabalhista. Sem elas, o novo governante vai trabalhar como FHC e Lula: emperrado, limitado, e dependente das circunstâncias.





Fica aqui uma pergunta para nós.

Dos dois candidatos que restam e da nova liderança de Marina Silva, que pode contribuir, quem está melhor preparado e poderá vir a desempenhar com sucesso este novo desafio?


(3) Leia depois o artigo: "Economia de mercado, eleições e Marina Silva."
O link está logo no final do artigo.


Acredito, como ingênuo que sou, que o povo brasileiro saberá democraticamente escolher.

Da minha parte eu vou votar em José Serra neste segundo turno.




Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo: "Meu aniversário, Grécia e Marina Silva"
(2) Artigo: "O Brasil de 50 anos atrás e o de hoje"
(3) Artigo: "Economia de mercado, eleições e Marina Silva"

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Economia de mercado, eleições e Marina Silva.

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.

As próximas eleições presidenciais e para governadores, senadores e deputados estão sendo influenciadas pela percepção dos eleitores em relação à evolução da economia de mercado do país. As quatro últimas eleições, também, foram.

O eleitor vota pela percepção e desejo de vir a ter uma condição de vida melhor.

É seu objetivo ter mais estabilidade econômica e possibilidade de ascensão social com melhoria do padrão de vida (conforto, segurança financeira, saúde, educação e mais oportunidades no mercado de trabalho).

A força da economia de mercado vai ditando as regras da nova sociedade brasileira.

(1) Leia depois o artigo "O Brasil de 50 anos atrás e o de hoje"

O presidente do Banco Central, Henrique Meireles, nos últimos 8 anos exerceu as funções do cargo com competência e independência partidária, ideológica ou grupo de pressões.

Sua administração gerou pela boa gestão da política monetária os fundamentos e a confiança na tão necessária estabilidade econômica e financeira, como condição si ne qua non de o Brasil ser uma democracia aceita no hall dos participantes de uma economia globalizada.

Ninguém vota mais em direita ou esquerda, socialismo ou capitalismo, a favor dos militares ou contra os militares, na social democracia, no liberalismo ou no neoliberalismo.

Vota-se nas expectativas de uma melhoria de performace pessoal, da família, do país e da comunidade. Neste contexto o próximo presidente para manter uma melhoria continua de qualidade de vida dos brasileiros e progresso econômico e social da nação terá muitos desafios.

(2) Leia depois o artigo "Meu aniversário, Grécia e Marina Silva"

O sistema de poder autocrático das velhas elites ligadas a uma sociedade ainda injusta e escravocrata está se esvaindo, apesar de ser parte importante nas atuais composições políticas. Veja quem são os candidatos aliados de José Sarney, Jáder Barbalho, Renan Calheiros, Michel Temer, Roberto Requião, Paulo Maluf, Orestes Quércia, Jorge Bornhausen, dos coronéis nordestinos, das grandes empreiteiras e de grupos econômicos dependentes da bolsa BNDES, além dos aloprados do mensalão e o chefe da gang.

Os partidos políticos PMDB, Democrata (Antigo PFL), PSDB e PT não têm mais nenhuma representatividade, pois nenhum deles tem um projeto de governo ou visão de futuro. Apenas querem manter e lotear o poder para uso próprio.

(3) Leia depois o artigo "Devagar com o andor que o santo é de barro"


Os jovens e a sociedade civil estão distantes nessas eleições, mas saberão cobrar dos novos governantes uma nova atitude e serão muito mais exigentes.




É obvio para todos os brasileiros que o mal a ser combatido agora é a corrupção, a impunidade, a falta de transparência e a ausência de um programa de governo que retrate os anseios da sociedade. Este será o próximo passo da evolução política e socioeconômica brasileira.

Neste cenário o atual quadro eleitoral será um divisor de águas.

Fica claro que os velhos sistemas estão exauridos e somente uma nova liderança poderá entender as reais necessidades e verdadeiras expectativas da população brasileira em todos os seus matizes.

É obvio que não há mais necessidade de se fazer a reforma política e eleitoral, a reforma tributária, a reforma previdenciária, a reforma fiscal, a reforma trabalhista, a reforma sindical e a reforma agrária. São novos tempos que exigem novos sistemas político eleitoral, tributário, previdenciário, fiscal, trabalhista, sindical e agrário a serem criados e fundamentados nas realidades vividas do Brasil de hoje.

O Brasil estará deixando de ser um País, para se tornar uma Nação baseada em valores morais, éticos e de respeito aos seus cidadãos.

Marina Silva é o novo.

Marina Silva, com suas atitudes, postura e programa de governo que está apresentando, liderará esta nova evolução da Nação Brasileira.

Eu tenho me informado, lido e acompanhado todos os seus passos através da mídia, debates e tenho essa convicção. Procurem conhecer Marina Silva.

Eu votarei em 2010 e provavelmente em 2014 com consciência e convicção em Marina Silva.

O novo momento de uma nova liderança, com foco no futuro e ação no presente, virará mais uma página da história brasileira.

Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo: "
O Brasil de 50 anos atrás e o de hoje"
(2) Artigo: "
Meu aniversário, Grécia e Marina Silva"
(3) Artigo: "
Devagar com o andor que o santo é de barro"

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O Verdadeiro Relacionamento

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Se dar bem consigo mesmo, se dar bem com outros.

É ter relacionamento?

Conviver em harmonia consigo mesmo, com o outro, com uma comunidade em que se está inserido.

É ter relacionamento?

(1) Leia depois o artigo "A Liberdade"

Manter relações duradouras e hábitos pela vida toda.

É ter relacionamento?

Relacionar-se verdadeiramente é uma coisa natural ou uma arte para poucos?

O ser humano é um ser gregário, ele não vive só.

O ser humano é dependente do relacionamento, da hora que nasce até a despedida final. Ele vive muitos relacionamentos, a maioria passageiros.

Estudar a arte de se comunicar, de dialogar, de liderar, entender os conceitos e saber identificar as transações complementares que fazem fluir um relacionamento e as transações cruzadas que quebram ou mudam o curso do relacionamento, identificar a origem dos próprios estímulos e as expectativas que os outros tem são ferramentas que apenas ajudam entender o que é um relacionamento.

São poucas as pessoas que conseguem viver um relacionamento efetivo e que sabem a cada dia cultivá-lo.

Eu acredito que o verdadeiro relacionamento tenha uma química e energia especial.

O verdadeiro relacionamento nasce de um sentimento de admiração desde o primeiro olhar e se transforma em reverencia e amor incondicional.

O verdadeiro relacionamento quando correspondido gera uma sinergia mágica de trocas e aprendizado conjunto. Começa-se a criar um campo magnético comum e cultivado pelos dois.

Falo aqui de relacionamento a dois: Marido X Esposa, Pai X Filho, Dois colegas de trabalho, Dois amigos, Dois irmãos.

Falo de almas gêmeas.

O verdadeiro relacionamento gera e mantêm respeito, reverencia, compreensão, compaixão, preserva a identidade dos dois, além dos interesses comuns que crescem a cada dia.

(2) Leia depois o artigo "Sei que Eu e Você Somos Gotas no Oceano"

Há muitos anos estudei psicofisiognomia com o dentista para-normal Marcelo Botter. Ele trabalhava com a energia e as auras das pessoas. Era um excelente radiestesista.

A psicofisiognomia era uma ciência usada pelos antigos egípcios para escolher seus imperadores a partir do seu perfil. Essa analisa o formato do rosto, o comprimento do nariz, o tamanho dos lábios e das orelhas, e por meio dessa análise aponta as características, o psicológico, a personalidade, e outros fatores que permitem uma pessoa se auto-conhecer.

Nesta época vivenciei situações que usavam o poder da energia do pensamento e a comunicação telepática.

Aprendi com Marcelo que duas pessoas quando vivem em relacionamento vão se tornando e com o passar dos anos, cada vez mais parecidos.

Eu mesmo convivi alguns anos com um casal. Ele judeu com traços típicos e ela japonesa bem oriental. Eles eram parecidos nas suas expressões, nas posturas, nas feições, e suas três filhas pareciam muito com o pai e com a mãe. Marcelo Botter me mostrou que o fisiognomico ou a expressão é a parte externa que reflete o psique, a parte interna de cada um de nós. Assim a convivência dos dois, a convergência de interesses e a mesma energia, alimentação, novos hábitos, interatividade com as três filhas, criam energias e psique parecidas que se refletem nas expressões fisionômicas.

As pessoas que se dão bem se tornam naturalmente parecidas. Pela expressão das pessoas, pode-se conhecer seu psique, sua energia interior. É bonito poder compartilhar situações entre esposo e esposa, pai e filho, colega e colega, amigo e amigo, que pela reverencia, amor e convivência, os deixem bem parecidos, mas com individualidades e identidades bem marcantes e diferentes.

Eu creio que um relacionamento verdadeiro ocorra através das chispas dos olhares, por onde ondas energéticas fluem e levam os dois pela sinergia que constroem para a trilha de viver os mesmos caminhos.

Há caso de filho que ao ser adotado forma um campo de sinergia com os novos pais. Sinergia que transforma a todos da família de tal forma que os três sejam tão parecidos, que pode parecer inacreditável aos que venham a conhecê-los, de que não seja realmente um filho natural.

Membros de grupos que compartilham os mesmos valores e tenham um verdadeiro relacionamento se tornam parecidos. A família em que todos se parecem é mais fruto da convivência efetiva e harmônica do que da própria genética.

(3) Leia depois o artigo "A Sombra e a Luz no Brasil de Hoje"

Ter verdadeiros relacionamentos nos deixa mais jovens, pró-ativos e felizes.

Experimentem.


Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:

(1) Artigo: "A Liberdade"
(2) Artigo: "Sei que Eu e Você Somos Gotas no Oceano"
(3) Artigo: "A Sombra e a Luz no Brasil de Hoje"

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Você já era? Você está preparado para começar de novo?

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.

Todos nós gerenciamos bem ou mal nossa carreira profissional, nosso orçamento, nossa empresa (pequena, média ou grande), nossa renda, nossas reservas (ou nossa falta delas) e dívidas já contraídas.

Todos nós somos importantes agentes de mudanças por nossos pensamentos, desejos ou ações; e construímos hoje o nosso amanhã.

Permito-me fazer aqui algumas reflexões com todos, em especial com cada um de vocês.

Reflexões que fiz comigo mesmo, colocando-me na minha individualidade e como parte do todo que formamos.

O retiro espiritual que fiz em Campos do Jordão, na Comunidade de CAFH de 10 a 16 de julho, caminho do qual participo desde 1980, me inspirou e reforçou as colocações pessoais que faço agora.

(1)Visite o site de CAFH, o link está logo abaixo do artigo.




A primeira reflexão é a constatação de que eu já era.

Sim, realmente estou convicto eu já era.

Tudo que sei me trouxe até aqui, mas repetir o que sei, será ficar no caminho conhecido, com um risco da mesmice ou de estar na zona de conforto.

(2) Leia depois o artigo "Você vai sobreviver profissionalmente?"

Preciso ter uma expansão da consciência que me permita um melhor auto-conhecimento que me ajude na transformação pessoal, que me traga mais conforto, tranquilidade, paz, recursos para superar limites em harmonia e refletindo positivamente nos outros, no ambiente e no mundo. Preciso ser egoente.

Ser egoente é ser consciente de si e de sua relação com o todo, discernindo a forma de responder à responsabilidade que implica esta consciência.

O ser egoente ao estar bem naturalmente ajuda aos outros a estarem bem. Cria-se um clima de dignidade e prosperidade.

(3) Leia depois o artigo "Ética no mundo digital"

Mas como fazer nascer dentro de mim este ser egoente, se o ser egoísta há muito ocupou o espaço com seu tudo querer e que se danem os outros?

Primeiro, aceitar que o meu ser egoísta é real. Quero ter sem esforço, quero o lucro fácil, quero dar ordens e impor meus pontos de vista. Mas ao mesmo tempo por conformismo e fraqueza, acho que nada tenho com a corrupção, com a bandalheira e com os políticos.

Creio que o meu lado egoísta me levou ao pior dos mundos e aceitou situações como: “Os políticos são todos iguais.”, “Este país não tem mais jeito.”, “É melhor votar no menos pior.”, “As maquinas político-partidárias dominam e são fortes. É inútil ir contra ”, “Não há mais o que fazer.”, “O crime organizado e os políticos se alinharam e dominam o país”.

Assim será que passei do desencanto ao descrédito?

A vida continua e as minhas atividades tenho que as fazer, o país que vivo é o Brasil, tenho família e compromissos.

Sim, nesse contexto ficou claro que eu já era, uma boa parte de nós já éramos.
Agora, como recomeçar?

Tentei responder algumas perguntas internas.

Como estou comigo mesmo? Qual a minha realidade? Qual a realidade política, econômica e social do Brasil? O que está acontecendo no mundo?

Neste contexto pude colocar as coisas na seguinte ordem: Onde estou? Quais as minhas virtudes e fraquezas? Quais as alternativas de caminhos? Quais os primeiros passos?

Creio que estou bem comigo mesmo. Estou em paz e tranquilo para começar tudo de novo.

Minha realidade é igual a da maioria das pessoas. Preciso estar me atualizando, me capacitando e me adequando ás mudanças das tecnologias, dos hábitos e da evolução que me rodeia.

Preciso estar atento as armadilhas do ufanismo, a falsa promessa e demagogia. Reconhecer a propaganda enganosa e a dissimulação de muitos falsos líderes.

Preciso desenvolver mais a capacidade de ter compaixão, participar e me incluir nas atividades que me proponho.

A realidade brasileira é a de um País em transformação, mas esse continua um País perverso com uma das piores distribuições de renda, péssimos serviços públicos e preso a um corporativismo indecente, desonesto e incapaz de criar condições de inclusão com dignidade para a maioria da população.

É um País onde tudo está para ser feito e dar certo.

O mundo continua, também, a se desenvolver. Fica mais globalizado e enfrenta uma crise financeira que o levará a encontrar soluções. Uma nova ordem no sistema financeiro.

O mundo está às vésperas de sua maior revolução: O uso adequado da internet como base de novos aprendizados, conhecimento e aplicações.

O mundo ficou pequeno e próximo para guerras, ambientes para ditaduras, repressões, perseguições em massa e mesquinharias nas relações sociais.

(4) Leia depois o artigo "Sei que Eu e Você Somos Gotas no Oceano"


O mundo está melhor.

Assim estou me preparando, aos 68 anos de idade, para iniciar uma nova atividade. Esta tem como missão preparar a nova geração para um mundo melhor, a capacitando para estar incluída como agente de comunicação e de mudanças na globalização.

Os aprendizados dos últimos 40 anos sempre foram prazerosos e úteis a mim, a quem prestei serviços como consultor de empresas, e à sociedade em geral. (Pelo menos acho que tentei e algo fiz).

É meu propósito continuar a participar e estar incluído no processo de evolução com entusiasmo.

Isto me permite estar aberto a entender, compreender e aprender com a nova geração que está começando.

Aguardem as novidades para breve e Entenda seu Mundo.

Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:

(1) CAFH www.cafh.org
(2) Artigo "Você vai sobreviver profissionalmente?"
(3) Artigo "Ética no mundo digital"
(4) Artigo "Sei que Eu e Você Somos Gotas no Oceano"

terça-feira, 29 de junho de 2010

A Grécia que vi

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.


Foram 26 dias de viagem, uma boa parte pelo continente, onde dirigi 2.500 quilômetros .Roteiro: Atenas, Corintos, Micenas, Epidaurus, Iria, Nafplio, Cosmas, Gythio, Monemvasia, Sparta, Mistras, Kalamata, Olímpia, Pátras, Delfos, Arachova, Meteora, Igoumenitsa, ilha de Corfu, Preveza e Pireus.

Os últimos 10 dias pelas ilhas Mykonos, Delos, Santorini e Rhodes.

Vi um país em reconstrução com investimentos na restauração de suas riquezas históricas e na moderna infra-estrutura de estradas, aeroportos e portos.

Conheci um povo unido, receptivo, cooperativo e simpático que nos recebeu bem com muito profissionalismo e gentileza.

Ouvi e curti uma música mágica que embala e encanta.

Vi e apreciei uma natureza bonita e rica onde as oliveiras se destacam.

Aprendi com sua historia, monumentos, acrópoles, museus, monastérios, onde identifiquei um pedaço de mim e de cada um de nós.

Estar em Epidaurus, em um teatro de arena para uma platéia de12 mil pessoas, construído há 27 séculos e vivenciar sua acústica ao declamar uma poesia, e assistir manifestações artísticas de turistas de todo o mundo foi uma emoção indescritível.

Andar por onde Sócrates, Platão, Aristóteles, Diógenes e Pedro andaram e sentir suas presenças é de arrepiar.

Vivenciar e estar no palco de conquistas e guerras que moldaram nossa civilização por séculos, onde a grandeza do ser humano chegou ao Divino e suas fraquezas ao egoísmo, mentiras, saques e destruição foi uma oportunidade de reflexão, expansão da consciência e humildade.

A Grécia foi palco de dramas e comedias no teatro vivo que nos deu. Deixei uma parte de mim lá, trouxe coisas novas em minha alma.

O clima ameno em fim de uma primavera florida, os dias lindos emoldurados pelo azul celestial que só o céu da Grécia têm, o azul marinho e translúcido que só o mar grego oferece, me proporcionaram um mergulho em momentos sagrados de auto-conhecimento.





Nadei muito e curti praias paradisíacas como a de Stegma em Rhodes.

Entender o meu mundo ao conhecer um novo foi um reencontro comigo.

A Grécia é hoje uma economia globalizada, faz parte da comunidade européia e tem o euro como sua moeda.

A crise financeira do mundo e o agravamento do contexto europeu se refletiram lá, mas as medidas duras de ajuste de contas internas já fizeram com que a Grécia esteja no rumo certo.
Se a Alemanha já tivesse sido solidária mais cedo o custo e os sustos seriam menores para a Grécia e para o mundo.

A Grécia não é problema, a Grécia é solução.



A Grécia é o 18º país em qualidade de vida com seu 0,942 de IDH (índice de desenvolvimento humano), tem uma renda per capita de mais de U$$ 37 mil com excelente distribuição de renda. Seu território é de 131.957 km² com uma população de 11,26 milhões de habitantes.

Na Grécia não vi pobreza, crise social, insegurança e todas as cidades, mesmo as pequenas, têm excelente infra-estrutura.

A Republica Helênica se consolidou como uma nação próspera e moderna tendo seus valores, língua e tradição religiosa na igreja ortodoxa bem características.

A Grécia é internacional e o inglês a segunda língua. Sente-se no dia-a-dia um povo que faz do trabalho uma tarefa prazerosa e alegre.

Bons serviços nos hotéis, restaurantes e serviços de transporte e museus é a regra geral.

A Grécia preza a paz, a harmonia e a união que conquistou sem se esquecer que no século XX, durante a II Guerra Mundial, foi ocupada pela Itália, Alemanha e Bulgária, que sofreu com uma guerra civil entre 1946 e 1949 e passou por uma ditadura militar de 1967 a 1974.

A Grécia é um país de primeiro mundo e uma escola para todos os países, onde a base da sociedade é a família.


Esta viagem foi planejada por meu amigo de Florianopolis, Alceu, pois sua esposa Maria, neta de gregos da ilha de Kastelorizo iria lá completar seus 60 anos. Entrei de carona e com minha esposa Silvia e uma outra amiga Sandra fizemos um grupo de cinco. Fomos conhecidos, voltamos amigos, mas este é um assunto para outro texto.




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The Greece I saw

There were 26 days of travel, mostly in the continent, where I drove 2500 km. Screenplay: Athens, Corinth, Mycenae, Epidaurus, Iria, Nafplio, Cosmas, Gythio, Monemvasia, Sparta, Mystras, Kalamata, Olympia, Patras, Delphi, Arachova , Meteora, Igoumenitsa, the island of Corfu, Preveza and Piraeus.


The last 10 days the islands Mykonos, Delos, Santorini and Rhodes.

I saw a country under reconstruction with investments in the restoration of its richness in history and the modern infrastructure of roads, airports and ports.

I met a united , receptive, cooperative and friendly people that welcomed us with professionalism and kindness.

I listened and enjoyed a magical music that soothes and enchant.

I saw and enjoyed a beautiful and rich nature where olive trees stand out.

I Learned from its history, monuments, acropolis, museums, monasteries, where I identified a piece of me and each of us.

To be in Epidaurus, in an arena theater to an audience of 12 thousand people, built 27 centuries ago and experiencing its acoustics to recite a poem, and watch demonstrations of artistic tourists from around the world was an indescribable emotion.

To walk where Socrates, Plato, Aristotle, Diogenes and Peter walked and feel their presence is chilling.

Experience being on stage of conquests and wars that have shaped our civilization for centuries, where the greatness of people came to the Divine and weaknesses to selfishness, lying, looting and destruction was an opportunity for reflection, expansion of consciousness and humility.

Greece staged dramas and comedies in live theater that were left to us. I left a part of me there, brought something new in my soul.

The mild weather in late spring , florid, beautiful days framed by the azure blue of the sky that only Greece has the translucent blue sea and the sea which only offers Greek, gave me a dip in sacred moments of self-knowledge.

I swam a lot and enjoyed beautiful beaches such as Stegma in Rhodes.

To understand my world to get in touch with a new one was a good experience to me.

Greece is now a globalized economy, is part of the European community and has the euro as their currency.

The world financial crisis and the worsening of the European context is reflected there, but the harsh measures of internal settling of accounts has meant that Greece is on the right path.
If Germany had already been supportive earlier the cost would be lower for Greece and the world.

Greece is not a problem, Greece is the solution.

Greece is the 18th country in quality of life with his 0.942 HDI (human development index), has a per capita income of more than U.S. $ 37 000 with excellent distribution. Its territory is 131,957 km ² with a population of 11.26 million inhabitants.

Greece did not see poverty, social crisis, insecurity and all the cities, even small ones, have excellent infrastructure.

The Hellenic Republic has established itself as a modern and prosperous nation and its values, language and tradition in the Orthodox church and religious characteristics.

Greece's international and English is the second language. It´s people make the work a pleasant and joyful task.

Good service in hotels, restaurants and transportation services and museums is the general rule.

Greece welcomes the peace, harmony and unity that won without forgetting that in the twentieth century, during World War II, was occupied by Italy, Germany and Bulgaria, which suffered a civil war between 1946 and 1949 and went through a dictatorship military from 1967 to 1974.

Greece is a first world country and a school for all countries, where the base of society is the family.

This trip was planned by my friend from Florianopolis, Alceu, because his wife Mary, granddaughter of a Greek from the island of Kastelorizo would complete his 60 years there. I went with my wife Silvia and a other friend Sandra, we were in a group of five.

We made acquaintances, but this is a topic for another text.