terça-feira, 3 de novembro de 2009

Telepresença e web substituem viagem profissional

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No dia 25 de outubro no jornal O Estado de São Paulo, o jornalista Ethevaldo Siqueira, com sua visão de futuro e conhecimento aprofundado da tecnologia da informação, foi taxativo “Telepresença substitui viagem profissional”.

É de nossa natureza resistir ao novo, ao inusitado, a aquilo que não está em nossos hábitos.

“Nenhuma tecnologia supera em qualidade o encontro pessoal, presencial, face a face, em entrevistas ou reuniões” afirma o autor, “mas, quando se trata de conectar profissionais distantes em cidades, paises ou até continentes diferentes, em encontro virtual por meio de um sistema tão avançado quanto o da Telepresença, as vantagens da tecnologia superam largamente o distanciamento físico”.

Estar “tetê-a-tête,” pela webcam com profissionais, executivos, gerentes, vendedores, clientes, fornecedores já está se tornando um habito para algumas organizações que vivem esta realidade.

A comunicação e reuniões em tempo real pelo Skype já é corriqueira, 25 milhões de pessoas conectadas quando entramos no sistema, já é um número normal.

Conversei, outro dia, com um excelente e experimentado consultor da área de turismo e para ele é claro que as empresas aéreas, hotéis, empresa de translados e ligadas a eventos precisam estar se reinventando, pois a Telepresença e a reunião virtual pela web é seu grande concorrente.

Até suporte, assistência técnica e treinamento com qualidade, são possíveis de serem realizados a distância.

Há 40 anos viajo pelo Brasil dando cursos, sempre interagindo e me integrando naquele momento eterno e para sempre aos participantes.

Sempre procurei ser um catalisador das vivências e experiências dos participantes. Em meu ponto de vista, o que fica do curso, além das ferramentas, é a troca dos pontos de vista, novos conhecimentos e dicas além de fichas que caem em cada participante.

O conteúdo programático ou o conhecimento que se passa é possível ser encontrado nos livros e publicações técnicas.

Estamos no auge da Era da Informação, com as ferramentas de buscas como, UOL, Google, tudo é acessível e a todos. Informação é commodity

Aquele velho adágio que “o segredo é a alma do negócio” já morreu e há muito. Não há mais segredos no mundo livre da internet, segredo, também é commodity, estamos, entretanto, começando uma nova era, a Era da Consciência.

A Era da Consciência exige presença, atitude, interatividade, competitividade, colaboração, troca de vivências e experiências, troca de olhares.

Assim a metodologia para novos cursos, lançamentos de produtos, workshops, road shows está vivendo novos momentos, novas formas, tanto presencialmente como a distância pela web.

Quero convidá-los a conhecer a plataforma Presence da MicroPower e os cursos a distância da Idale, empresas das quais faço parte como conteudista, parceiro e representante.

Leiam os artigos:
Eles complementam esta leitura. Dêem aqui no blog suas opiniões, sugestões e criticas. Exponham suas duvidas e desconfianças afinal, tudo é novo e aprenderemos juntos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Nasce um novo negociador

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Ao compartilhar conhecimentos, vivencias e experiências, vamos criando novos conceitos e identificando um novo perfil de profissional na área de compras.

Foi o que ocorreu no ultimo curso “Negociação em Compras” em Porto Alegre, realizado em 08/10/2009, na Camara Brasil Alemanha.

A maioria dos participantes são responsáveis pelo suprimento, logística e alimentação dos setores produtivos e tiveram suas carreiras iniciadas em PCP, em produção ou área do sistema da qualidade.

Alguns dos profissionais, começaram suas atividades em vendas e outros em área administrativa com conhecimento de T.I, pois atuam e evoluem em “pregões eletrônicos”.

Gostaria de começar com uma conclusão, que o grupo sedimentou a partir de provocações minhas e através de trabalhos de grupos e perguntas sempre abertas.

A empresa moderna pratica uma filosofia de transformação kaisen, ou melhor, está criando sempre valores agregados aos seus produtos, serviços e soluções em resposta as necessidades e expectativas reais, mutantes e futuras de seus clientes, ao mesmo tempo, oferece preços competitivos e, portanto, menores, além de uma qualidade melhor.

Antecipar as expectativas mutantes dos clientes e ter uma gestão de custos que elimine desperdícios e premie qualidade de processos e produtos é o grande desafio do século XXI.

Neste cenário, e levando em conta o valor do dólar no dia do curso R$ 1,73, os participantes colocaram suas realidades do momento.

- Empresa que só exporta e pretende entrar no mercado nacional;
- Empresa que atua no mercado nacional, mas tem quase toda compra de matéria prima importada;
- Empresa pública que atua dentro da legislação e regulamentações específicas;
- Empresa de tecnologia de ponta que exporta e atende ao mercado nacional e está em fase de fusão;
- Empresa multinacional familiar, que está se profissionalizando com estratégias e estruturas organizacionais européia;
- Empresa tradicional no mercado nacional que iniciou sua exportação para mercados mundiais;

Estas e outras colocações foram muito ricas, o que permitiu e reforçou a visão de todos sobre estratégia.

Os profissionais hoje, precisam ter visão estratégica, de futuro e conhecer bem o core business (qual é o negócio da empresa), o mercado em que atua e o que os clientes esperam dos serviços, dos produtos e das soluções de suas empresas e quanto estão dispostos a pagar.
Ou seja, se eu não sei para onde vou tudo que faço perde o sentido.

A estrutura hierárquica em muitas vezes é limitante e sufoca o desenvolvimento profissional.

Aqui, percebi de alguns participantes, uma visão clara de oportunidades e riscos que tem pela frente, mas que conflitam com as diretrizes e ordens que recebem.

Administrar estes conflitos para o bem da empresa foi a dica dada.
Bater de frente não resolve ou “executar e que se dane as conseqüências”, não é um bom caminho.

Negociar, negociar, negociar. Ufa!!! Com os “chefes”.

Falando agora em exportação, conversou-se muito das várias formas de se negociar e das diferentes realidades, negociar com o japonês, o chinês, o coreano, o americano, os vários europeus.

Entender o ponto de vista do outro e aceita-lo como dado de realidade, é o ponto de partida para se estabelecer o diálogo.

A realidade é percebida de maneira diferente por cada pessoa deste mundo.

Mas, estratégia, em poucas palavras, “é de onde estou e para onde vou”.

O profissional de compras precisa conhecer profundamente seu cliente interno, aquele que usa os produtos, serviços e soluções que adquire.
Saber exatamente o que se precisa, quanto, para que, e quando. Conhecer o PCP, o processo produtivo e o sistema de qualidade.

O enfoque, entretanto, que trabalhamos neste curso em conjunto e o que mais vai dar trabalho é formar novos fornecedores e parceiros.

Temos que ter uma política aqui, também, Kaisen, queremos produtos, serviços e soluções melhores e a preços menores.

Precisamos ser claros e diretos nisto aos nossos fornecedores, parceiros, stakeholders e para tal, precisamos conhecer os fornecedores, visita-los, orienta-los, ajuda-los para que o objetivo seja deles, também.

Entretanto, se o fornecedor não tiver rentabilidade que dê sustentação ao seu negócio e o esprememos a tal ponto de fechá-lo, estamos matando a galinha dos ovos de ouro.

Precisamos ensinar aos novos e antigos fornecedores como participar de um “pregão eletrônico”, como apresentar suas soluções e serviços a nós, como eliminar desperdícios, como melhorar a produtividade e como ter uma política de qualidade com processos e certificação de ISO. Precisamos ser seus consultores de produtividade, custos e qualidade.

Ficar apenas esperando os fornecedores é ir limitando, diminuindo e reduzindo o leque de parceiros e stakeholders.

Gostaria apenas, de sintetizar e concluir, pois fomos, nestas 8 horas de trabalho, muito mais a fundo.

O novo negociador ou “gerente de negócios” é muito mais do que um pechinchador de preços, e tem muitas habilidades que devem ser melhoradas.

- Ter visão do negócio e do mercado, e de futuro;
- Conhecer muito o mercado em que atua;
- Conhecer os produtos, serviços e soluções de sua empresa;
- Gostar de gente, de comunicar-se e de se relacionar pessoalmente;
- Ter vivencias nas áreas internas, PCP, produção, qualidade;
- Conhecer custos internos para avaliar soluções adequadas;
- Gerenciar redução de estoques intermediários e garantir giro e just time.
- Ter vivencia internacional e dominar mais de duas línguas;
- Avaliar bem seu desempenho.

No curso trabalhamos este ultimo item, com mais profundidade e passamos aos participantes as “7 Fases da Compra” como um processo, para que possam fazer 3 avaliações de desempenho por dia . Em 10 minutos de cada avaliação é possível transformar três atendimentos reais em cases de auto conhecimento.














Fiquei feliz por que tenho percebido e constatado a evolução destes profissionais a cada curso e o reconhecimento de muito mais valor por parte das empresas a estes negociadores nas suas estratégias.

Este grupo com o qual convivi é formado por excelentes profissionais e pude como aprendiz que continuo sendo, ter saído melhor do curso.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sou avô, mais uma vez.

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No domingo, dia 04 de outubro, na maternidade Pro Mater, em São Paulo, nasceu João, meu neto.

A mãe Vanessa, ou melhor, Vans Moraes que canta na Banda Quasimodo (assista ela em cena) está feliz, o pai Juari, é só sorrisos.

Nesta foto que estou com ele, me ligo ao século XXII. Afinal, na passagem do século ele estará com 91 anos e com certeza vendo esta foto.

Gostaram?

No mês passado, 24/09, fiz uma palestra no Rotary Club de Florianópolis sobre o que o Rotary pode oferecer ao jovem.

Nosso Rotary Club Florianópolis, está florescente e sempre revigorado, um de seus fundadores, João Eduardo Moritz, em seus 101 anos participou do lançamento, nos Correios, do selo comemorativo dos 70 anos de fundação, e estave presente a reunião festiva, onde dançou como sempre.













Ele é um ser que encanta pela sua presença jovem e alegre de sempre.

Havia nestas reuniões, intercambistas com seus 17 anos e jovens convidados.

Dá para entender a geração Y? (nascidos a partir de 1980).

Questionadores, foco simultâneo em tantas coisas. É possível guia-los?

Os líderes de empresas estão encontrando dificuldades em atrair, reter e desenvolver os novos profissionais que estão chegando.
Os pais estão vivendo uma relação de constante intolerância e desaprovação nas escolhas de seus filhos.
Os professores estão se sentindo ameaçados por alunos que demonstram maior domínio de suas matérias ou mais habilidade em obter informações.

Creio que o mundo daqui a 20 anos será inimaginável a qualquer projeção que queiramos fazer agora.

Há 20 anos não tínhamos internet, skype, sites, blog, celular, iPhone, Twiter, e muitas outras coisas.

O que fazer?

Estar aprendendo e aberto aos jovens, interagindo através de uma liderança compartilhada e aberta a novas respostas e feedbacks.

No dia 8 de outubro minha filha Elisa completa 18 anos.

Ela aprende comigo? Eu aprendo com ela?

Vou ensiná-la a dirigir e ela me ajudará a montar meu perfil no Orkut.




Que mundo maravilhoso!!!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Os Deuses, a Música e o Chile

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Nossa viagem começou ao conhecer duas interessantes e inteligentes meninas chilenas, Paula e sua amiga, no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

No terminal de embarque e durante o vôo fomos sentindo a alegria e felicidade deste país ao receber delas todas as dicas do que visitar.

Silvia e eu assistimos, após a missa das 18h, no dia 13 de setembro na Igreja Matriz de Santa Cruz no Chile a apresentação do Conjunto Barroco Andino.

Com seus trajes típicos, flautas andinas e regido pelo maestro Raul Mellao H. o conjunto de 10 artistas (violoncelo, violão, viola, flautas doce, transversal e andina) apresentou um recital de músicas clássicas e folclóricas.

A Igreja lotada, com muitas crianças em silencio e em êxtase, parecia que flutuava no ritmo sublime dos deuses.

Programación - Primera Parte:
W. A. Mozart - ALLEGRO de Eine Kleine Nacht Musik.
J. S. Bach - AIR de la Suite Nº3 para cuerdas.
J. S. Bach - BADINERIE de la Suíte Nº2 para flauta y cuerdas.
J. S. Bach - ESURIENTES del Magnifcat, original para contralto.
G. F. Handel - ALLEGRO del Concerto Grosso Nº4 para orquestra de cuerdas.
J. S. Bach - WACHET AUF - Coral de la Cantata Nº140.
J. S. Bach - MINUETO COM TRIO de la Partida Nº1 para clavecin.
A. Dvorak - DANZA ESLAVA Nº10 para piano a 4 manos.

Segunda Parte:
Y SECA YA ESSE LLANTO - Música: Jaime Soto Leon - Texto: Federico Garcia Lorca.
DANZA DE LOS MIRLITOS - Tchaikovsky del Ballet Cascanueces.
QUÉ DIRÁ EL SANTO PADRE - Violeta Parra - Canción.
TESTAMENTO - Música: Jaime Soto Leon - Texto: Pablo Neruda.
DANZA COM MANDOLINAS - S. Prokoffiev del Ballet Romeo y Julieta.
NACISTE DE LOS LEÑADORES - Música: Sergio Ortega - Texto: Pablo Neruda.
LA TIERRA SE LLAMA JUAN - Música: Jaime Soto Leon - Texto: Pablo Neruda.
RETRATO - Música: Horacio Salinas - Texto: Patrício Manns.
MARCHA TURCA - W. A. Mozart de la Sonata en La mayor para pianoforte.

Nesta rápida passagem de uma semana pelo Chile (Santiago, Santa Cruz, Valparaiso, Vina Del Mar e Portillo) sentimos o clima de amor à pátria, de respeito e de reverência de todos e em todos os lugares.

Nas conversas de rua, com motoristas, garçons, estudantes vivenciamos a forte educação de um povo. O índice de alfabetismo é de 97%.

A educação foi sempre prioridade neste país. A República do Chile, em 18 de setembro de 2010, completará 200 anos.

Seu primeiro presidente foi Bernardo O’Hinggins e em todo este tempo só houve um rompimento com a democracia, a queda e morte trágica de Salvador Allende eleito em 1970. A ditadura do Regime Militar de Augusto Pinochet de 11 de setembro de 1973 a 11 de março de 1981 não se descuidou dos investimentos em educação.

A presidenta Michelle Bachelet, com muita harmonia e liberdade, conduz as eleições que ocorrerão este ano. No Chile a presidência é exercida por um único mandato de 4 anos.

Em setembro, mês das festas nacionais, se vê tremular as cores vermelha, azul e branca das bandeiras, cartazes e fitas que vestem a cidade.

As festas populares ocorrem em seus belos e bem cuidados parques.

Santiago, fundada em 1541, é uma cidade moderna, com arquitetura arrojada e um sistema de vias públicas rápidas, e transporte coletivo ágil e confortável.

O metrô nos conduz a todos os cantos da cidade em modernos vagões interligados.

Os museus de Arte Pré Colombiano e de Belas Artes, Mercado Central e seus pontos turísticos como Cerro Santa Lucia, Cerro San Cristóbal e o bairro Bela Vista frequentado pelos jovens são atrações imperdíveis e inesquecíveis.

Entretanto, a imagem que fica em nossas mentes é o da Cordilheira dos Andes que parece um anjo protetor a debruçar-se sobre esta bela cidade.

Valparaiso é o porto onde em 1536 se iniciou a colonização espanhola. Uma cidade, que hoje faz parte do patrimônio histórico da humanidade, onde o moderno se incorpora ao histórico.

Vina Del Mar, cidade turística, encanta pela paisagem e uma arquitetura inovadora de seus edifícios, onde o Hotel e Cassino Enjoy tem uma atração especial.

Portillo, um ninho na Cordilheira dos Andes, é um espetáculo no vai e vem dos teleféricos e seus esquiadores de todas as idades e habilidades. Uma experiência agradável, também, para não esquiadores. Chegar ao topo, através da estrada que vai escalando as Cordilheiras, é fantástico.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Estar Preparado

Aprendi cedo com meu pai que o mais importante na vida é estar preparado. O exemplo clássico que me deu, certa vez, foi o de eu estar no banco de reservas de um time de futebol. E quando o titular se contundisse, viria a ordem do técnico:

-- Vamos lá! Chegou sua hora.

Quando a oportunidade chega, estar despreparado significa jogar mal, tomar vaias e perder a chance.

A experiência de vida foi me mostrando que as pessoas de ‘sucesso sustentado’ estão em evolução contínua.

Ter oportunidades não é o mais importante. Afinal, pode ser um esforço inútil quando não estamos preparados para aproveitá-las.

E quando você está preparado as oportunidades aparecem e caem como encanto.

São indivíduos que se profissionalizam através de um treinamento permanente. Estão em evolução e inovação constante e conhecem bem o que fazem. Tem um bom plano de carreira. E a lição de casa está sempre em dia

Aqui os convido, meus amigos e minhas amigas, para uma reflexão.

Estou preparado em que?
Tenho que desenvolver bem o que?
Como me preparar?

Vamos fazer um pequeno exercício que por raciocínio análogo pode ser aplicado a outras situações.

Estamos preparados para atuar como um bom cidadão?

O ponto inicial é ter “consciência do estágio atual” de cada um de nós e fugir da generalização “sim, todos estão”.

Vamos responder as perguntas que se seguem?

Estamos, no nosso dia a dia, atuando dentro da legislação em toda a sua plenitude?
Estamos entendendo e compreendendo usos, costumes e hábitos do local onde moramos?
Estamos respeitando a diversidade de pontos de vistas e opiniões e interagindo com todos, sem discriminação?
Estamos tendo atitudes pró-ativas em que ao apresentar problemas oferecemos alternativas de soluções?
Estamos aprendendo com nossos erros e sabendo ouvir os feedbacks que recebemos?
Estamos realizando os prejuízos e lucros de nossas ações?
Estamos sendo honestos e transparentes em nossas atitudes, ações e intenções?
Estamos vivendo os valores morais e éticos que pregamos e desejamos nos demais?
Estamos felizes, realizados e confiantes com nossa maneira de ser?
Estamos irradiando equilíbrio, boa vontade, entusiasmo as pessoas que nos cercam?

À medida que cada um de nós responder as perguntas vai se dar conta do atual estágio em que se encontra.

Quando surgir a oportunidade de entrar em campo e ser avaliado pela torcida, cada um de nós vai depender da “sorte” de estar preparado ou não.

Ter um plano de preparação e treinamento para ser um bom cidadão é tão importante quanto a ter um plano de carreira profissional, pois um dá sustentabilidade ao outro.

Haverá um bom profissional se houver um bom cidadão.