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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Estratégia sem erros

Vivemos em um mundo de mudanças rápidas e inesperadas.

Ao mesmo tempo a tecnologia e evolução da consciência e da criatividade do ser humano faz com que novos produtos, soluções e serviços sejam criados.

Assim muitos produtos, soluções e serviços se tornam obsoletos em um piscar de olhos e muitas empresas sucumbem juntas.

Ter uma estratégia sem erros que permita não apenas a sobrevivência da empresa é uma condição “sine qua non” para a criação e evolução de uma base sustentável para a perenidade das organizações.

Realizei uma palestra para empresários de Santa Catarina no dia 14 de setembro de 2011 na AEMFLO-CDL – São José.

Nessa palestra cheia de exemplos e momentos vividos em 40 anos de consultoria em estratégia empresarial, pretendo compartilhar esse aprendizado e juntos de forma interativa repetir sobre os muitos erros corriqueiros que acontecem em pequenas e grandes empresas.

O conteúdo programático da palestra foi:

  • Estratégia, o que é?
  • Administração estratégica e planejamento estratégico, quais as diferenças?
  • Matriz de Ansoff, aplicada aos dias de hoje;
  • Trabalhando cenários, oportunidades e riscos;
  • Barreiras às mudanças;
  • Os incríveis 17 erros que todas empresas cometem;
  • O decálogo da empresas que vieram para ficar na visão de James Collins.


Leia depois o artigo: só erra quem faz http://www.mcaconsult.com.br/pt-br/artigos/arquivo/2008/so.erra.quem.faz/index.html

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Nação Brasileira Está Doente, Seu Povo Está Sendo Espoliado

Sim, a máquina pública chamada de Estado, que deveria regular, administrar, garantir a segurança, promover dignidade, justiça e distribuição de renda entre os seus cidadãos está sufocando e destruindo o potencial daquela que seria uma grande nação.

Brasil, país do futuro.

Que futuro terá uma nação que não provê um mínimo de dignidade aos seus habitantes e não concede oportunidades de alimentação, saúde, educação e emprego?

Nosso histórico de país escravagista e violento está sendo reforçado. As iniciativas que promovem e incentivam a evolução natural das pessoas, o empreendedorismo, o desenvolvimento de um mercado competitivo e uma economia aberta e globalizada são destruídas em nome de um controle estatal maior.

Os políticos se põem acima do bem e do mal e junto com uma máquina governamental podre, corrupta e corporativista explora a maioria do povo trabalhador, ainda crente no país do futuro e em sua essência de boa índole e trabalhadora.

Cidadãos de duas classes, o funcionário público com garantias, estabilidade, direitos adquiridos, independentes de meritocracia, honestidade e competência. O resto da nação sem garantias, estabilidade e direitos é responsável pelo seu trabalho para manter a máquina dos funcionários com obrigações e deveres impostos com violência.

A edição 940 da revista Exame mostra um absurdo de um país que está se construindo, ou melhor, se destruindo. A reportagem é a “O País de Elias. E o País de Jodinaldo”, uma face negra do momento que vivemos, assistimos e não estamos fazendo nada para mudar. A doença da apatia e sensação de impotência diante que nos imobiliza desse quadro é contagiosa e perigosa.

Ouvir isso, conviver com isso e ainda por cima haver uma certeza da população de que apesar de tudo este é o melhor país do mundo está ficando difícil de entender.

Os jovens de hoje estão fazendo suas opções, ir para fora do Brasil, em busca de dignidade, oportunidades, justiça, segurança e qualidade de vida ou ser funcionário público e que se dane o resto. Afinal, no Brasil "as coisas sempre foram assim e nada vai mudar".

Creio estarmos chegando a um limite explosivo nesta dinâmica perversa. Os escândalos do congresso nacional e as atitudes de seus líderes são o escárnio que faltava.

Visite o site http://www.brasilsemcorrupcao.com.br/ e conheça o trabalho liderado por Luiz Otávio da Rosa Borges.