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quinta-feira, 12 de março de 2015

Aprender a Apreender, uma arte para toda a vida.

Houve uma época em que havia a ilusão de que nós ensinávamos a alguém alguma coisa.

Na realidade as pessoas, e principalmente as crianças, aprendem pelo exemplo, pelo que vêem, ouvem, experimentam e repetem. Sim, as crianças apreendem e muito...

Nos primeiros sete anos, ela está desenvolvendo seu corpo físico. Todo seu sistema neural é evolutivo, seu querer é marcante e sua capacidade de absorver e desenvolver é fantástica. Estes primeiros sete anos ficam para sempre na memória física, vital e emocional da criança.

(1) Leia depois o artigo: "Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?"

Dos 7 aos 14 anos, a criança sente o mundo de acordo com sua imaginação, criatividade e maneira de participar. Nesta fase a criança aprende a apreender através dos ritmos, relações, jogos e suas regras criando hábitos que ficarão, também, para sempre.

Aqui na Gaia Idiomas utilizando a língua inglesa nossos alunos passam pelo processo do aprender a apreender com alegria, despertando a curiosidade, o interesse, a prática e principalmente utilizando todas as múltiplas inteligências.

(2) Leia depois o artigo: "Crianças Inteligentes Constroem um Mundo Melhor"
 Desenvolver sua individualidade e capacidade de interagir e participar pró-ativamente com cada grupo é um trabalho educacional gratificante.

Nossos educadores são catalisadores, estimuladores e principalmente líderes neste processo dinâmico do aprender a apreender.

(3) Leia depois o artigo: "O Verdadeiro Relacionamento"

 Venham nos visitar e conhecer in loco este ambiente criado para seus filhos.

Transformem esta mensagem em uma visita e uma aula experimental.




Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo: "
Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?"

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?

É com alegria que reproduzo o artigo com entrevistas realizado por Ilana Alves do site Vila Nova Conceição SP.

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Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?


Aprender outro idioma é muito importante nesse mundo globalizado que vivemos. Mas qual o melhor momento?

Bom, passado o carnaval, o ano novo começa efetivamente!!! É hora de colocar em prática os planos elaborados nas férias. Fazer uma dieta, trabalhar mais, estudar melhor e preparar os filhos para o futuro, dando a eles ferramentas segmentadas de estudo e aprendizagem.

Independente do projeto é preciso planejar e pesquisar sobre o que se pretende fazer para ter sucesso nessa jornada.

Quando a decisão a ser tomada se refere a nós mesmos, parece ser mais fácil, pois cada um conhece seus potenciais e desejos. Porém quando o que está em jogo é futuro de nossos filhos a decisão sempre pede uma reflexão mais apurada e uma observação mais precisa. É necessário não só entender o que os fazem felizes, mas também conhecer a fase certa de iniciar uma atividade para que ela seja aproveitada intensamente.

O mercado de trabalho pede um profissional competente, mas que acima de tudo tenha uma visão ampla de sua área e conhecimento básico de idiomas. Vivemos em uma época globalizada onde o fluxo de culturas é muito grande. Saber falar, ler, escrever ou no mínimo entender um pouco de inglês e espanhol é importante para a vida social, mas acima de tudo fundamental para o mercado de trabalho.

É neste momento que muitos pais se questionam sobre a fase certa dos filhos começarem um curso de idiomas e nós fomos atrás dessa resposta para você.

Para Rosa Maria Lopes Affonso, Professora de Diagnóstico Psicológico Infantil, com livro publicado sobre ludodiagnóstico, as crianças podem começar a aprender outros idiomas desde pequeninas, mas essa aprendizagem deve estar sempre associada a vivência, ao cotidiano dessa criança. “A linguagem propriamente da criança é construída a partir do nascimento, mas a linguagem de outros idiomas que não fazem parte da cultura que ela vive no dia a dia tem que ser acompanhada com uma vivência, com a prática, porque toda linguagem pressupõem uma experiência, o que a gente chama de vivência prática e significativa para a criança.” Segundo ela, existem estudos que mostram que é possível introduzir outro idioma na criança a partir do momento que surge a linguagem oral, mas a Professora alerta que isso deve ser feito de uma maneira cuidadosa para não confundir os pequenos, com relação a linguagem,  numa etapa evolutiva muito precoce.

Uma das técnicas utilizadas é a pedagogia Waldorf, baseada na autenticidade da criança, na espontaneidade, no brincar, no aprender com fundo pedagógico é o método usado por algumas escolas de idiomas.


Geraldo Leal de Moraes

Geraldo Leal de Moraes, Sócio-proprietário da Gaia Idiomas aqui da Vila Nova Conceição, diz que se inspirou em  várias pedagogias, dentre elas a Waldorf, e  explica que a liberdade é uma das formas mais fáceis de aprender. “Os educadores são catalisadores e estimuladores do processo do aprendizado. A criança deve ter curiosidade, alegria e prazer em aprender uma língua. A felicidade já está dentro da criança, é preciso manter um clima propício para a aprendizagem, fazendo a criança se sentir livre e segura”, afirma Geraldo.



Outro aspecto muito importante na hora de introduzir um novo idioma em uma idade precoce é a participação da família. Ou seja, é preciso que os pais ou responsáveis tenham o hábito da prática desse novo idioma em casa para ajudar a criança a entender melhor o significado do idioma. Se o ambiente em que a criança convive não tem o uso do código linguístico do outro idioma a criança pode ficar confusa com relação às palavras. A linguagem começa com os pais nomeando as ações “caiu”, “bateu”, a criança vê a ação e ouve o que aconteceu, isso significa que ela vivenciou o acontecimento. Ela viu, ouviu e entendeu a ação. Com o tempo, ela vai associando ações com palavras, e a linguagem oral vai ganhando significado no contexto geral, isso significa vivencia prática. Se a família usa outros códigos linguísticos, a criança começa a perceber que existem outros nomes para a mesma ação.


A criança só vai conseguir distinguir sozinha as diferenças de linguagem por volta dos 7 anos. É por isso que a alfabetização também começa nessa idade. Então, se a família não tem a vivência prática de outro idioma o ideal é que a criança comece a aprender outras línguas nessa faixa etária. “O importante para o aprendizado de outro idioma é respeitar as 3 fases de aprendizado: Vivência, representação, significado” afirma a Professora Rosa Maria.


Carolina E. L. Lauria
Carolina Elizabeth Lopes Lauria, Professora Mestre da área da educação da FMU explica que até a puberdade, 12 anos, todas as janelas de possibilidades de conhecimento estão abertas. Dos 6 aos 12 é uma boa fase de aprendizagem. Porém os pais devem levar em conta as habilidades, as múltiplas inteligências, dos filhos. Ela explica que a partir dos 6 anos tem início uma maturidade da memória de longo prazo. Não existe um método de aprendizagem que seja mais eficaz. O Brasil ainda não conseguiu definir seu método de alfabetização. “Estamos na proposta construtivista, mas nada de concreto. O mais importante é ter uma motivação sentimental, porque se moro num lar onde meus pais falam inglês fluente é muito mais fácil e faz mais sentido aprender outro idioma”, reforça a Professora Elizabeth.


Como identificar se o filho não está pronto para outro idioma?


Os sinais são vários, a criança sempre vai sinalizar se ela não está bem. “Um sinal que a gente chama de grave é dado pelo próprio corpo, a dor pode ser expressa através do comportamento agitado, agressivo ou ainda no desligamento, ou seja, desinteresse acompanhado de apatia, recolhimento no seu próprio mundo já que o que deveria ser aprendido não está fazendo sentido para ela”, explica a Professora Rosa Maria.

Outro ponto importante na hora da escolha de uma escola de idiomas, segundo os profissionais da área, é lembrar que para qualquer aprendizagem é preciso existir o lúdico.


Flavia Cardoso

Segundo Flávia Cardoso, Educadora da Gaia Idiomas, o papel do educador em sala de aula não é ser a pessoa que vai trazer a informação para as crianças, mas sim o profissional que vai mediar o que a criança já sabe com seus novos conhecimentos. “Até os 7 anos não usamos livros, trabalhamos com projetos de situações cotidiana e aspectos do aprendizado que envolvem temas como esportes, ciências, culinária, jardinagem, personagens, contos de fadas, músicas, meios de transportes”, diz.


O pai deve ter em mente que também existem as diferenças de aprendizado que variam de criança para criança. É um aglomerado de fatores associados, englobam questões orgânicas, estimulação do meio que ela vive e o desejo dela em interagir com esses estímulos. Não se pode negar também que a criança tenha desejos. Ou seja, ela pode não gostar de determinado idioma. “É um conjunto de fatores que vão determinar um maior grau de facilidade ou não de aprendizagem. Antes dos 6 ou 7 anos é mais difícil de reconhecer se a criança está aprendendo ou não, ela ainda é muito precoce e quer brincar com as letras, quanto menor a criança menos recursos a gente tem para identificar esse desejo”, pondera a Professora Rosa Maria.


A Janela de Aprendizagem



A cobrança e a ansiedade dos pais podem atrapalhar o processo. É preciso respeitar as habilidades das crianças. Se a criança não gostar não adianta. Ela não vai ser feliz, não vai exercer as tarefas, vai ficar de mau-humor, não vai participar. Quando essa criança estiver em outra faixa etária com maior maturidade vai poder decidir o que realmente quer fazer.

Maturidade, sentido, habilidade. A janela de aprendizagem da criança está aberta dos 0 aos 12 anos, mas a maturidade começa a partir dos 6 . “Tem uma coisa interessante… por mais que uma criança comece com 10 anos a aprender outro idioma, ela não vai ter prejuízo de aprendizagem ou fixação se comparado a uma criança que começou aos 6”, compara a Professora Carolina Elizabeth.

Carolina Albuquerque
Carolina Albuquerque, Estudante de Pedagogia da FMU e Professora Auxiliar de uma escola bilíngue tem trabalhado com crianças de um ano e meio, e faz a seguinte observação “As crianças de 5 para 6 anos guardam com mais facilidade o que falamos, conseguimos desassociar o inglês do português. Com as turmas menores tudo é traduzido para o português. Eles ainda não fazem associação, a gente fala inglês com eles e eles respondem em português. O método é falar inglês na escola que trabalho. Ver a imagem associada a uma palavra em inglês facilita a associação. Uma forma sutil de introduzir o inglês é ouvir a criança em português mas responder em inglês, isso vai ajuda-la gradativamente a pensar em inglês.”


Projeto de Situação Cotidiana da Gaia.
Nós aprendemos muito mais quando ouvimos, vemos e fazemos. Ninguém aprende só ouvindo, então as imagens tanto na alfabetização da língu a materna quanto em outro idioma são importantes, “o método analítico é o que vem sendo usado pelas escolas”, diz a Professora Carolina Elizabeth.

Segundo Geraldo, apesar da liberdade na hora de aprender, as crianças passam por um processo pedagógico de aprendizagem. “Elas passam em 5 estações diferentes, tem ‘time’, tem ordem, tem cooperação, tem planejamento e os educadores preparam as aulas para cumprir um circuito de ensino. Elas cozinham, cantam, brincam, arrumam, jogam, pulam, dançam. Tudo dentro da metodologia. Temos uma horta para ajudar na prática, eles que plantam, sabem o que estão plantando, acompanham o crescimento e depois colhem.”

Da esq. para a dir.: Ilana Alves, Carolina E. L. Lauria, Carolina Albuquerque.


A observação e o acompanhamento na fase de aprendizagem é o principal termômetro que os pais e responsáveis têm para medir o desejo e habilidade dos filhos. Cada criança tem um motivo, tem uma motivação, tem um tempo, um sentimento e suas próprias vontades que devem ser respeitadas. Só assim, ela terá prazer em aprender, não só na infância, mas também na fase adulta.

Por Ilana Alves.


Publicado originalmente em 18/02/15 no site: 
Vila Nova Conceição SP - http://www.vilanovaconceicaosp.com.br/filhos-qual-a-melhor-idade-para-aprender-outro-idioma/

Links dos artigos relacionados, e que sugiro que leiam:
(1) Artigo: "A liberdade"
(2) Artigo: "Nasce um novo negociador"
(3) Artigo: "Estar Preparado"

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Estratégia sem erros

Vivemos em um mundo de mudanças rápidas e inesperadas.

Ao mesmo tempo a tecnologia e evolução da consciência e da criatividade do ser humano faz com que novos produtos, soluções e serviços sejam criados.

Assim muitos produtos, soluções e serviços se tornam obsoletos em um piscar de olhos e muitas empresas sucumbem juntas.

Ter uma estratégia sem erros que permita não apenas a sobrevivência da empresa é uma condição “sine qua non” para a criação e evolução de uma base sustentável para a perenidade das organizações.

Realizei uma palestra para empresários de Santa Catarina no dia 14 de setembro de 2011 na AEMFLO-CDL – São José.

Nessa palestra cheia de exemplos e momentos vividos em 40 anos de consultoria em estratégia empresarial, pretendo compartilhar esse aprendizado e juntos de forma interativa repetir sobre os muitos erros corriqueiros que acontecem em pequenas e grandes empresas.

O conteúdo programático da palestra foi:

  • Estratégia, o que é?
  • Administração estratégica e planejamento estratégico, quais as diferenças?
  • Matriz de Ansoff, aplicada aos dias de hoje;
  • Trabalhando cenários, oportunidades e riscos;
  • Barreiras às mudanças;
  • Os incríveis 17 erros que todas empresas cometem;
  • O decálogo da empresas que vieram para ficar na visão de James Collins.


Leia depois o artigo: só erra quem faz http://www.mcaconsult.com.br/pt-br/artigos/arquivo/2008/so.erra.quem.faz/index.html

quarta-feira, 24 de março de 2010

A gestão autocrática ou por conflitos.

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.

“Manda quem pode, obedece quem tem juízo” continua a ser uma realidade percebida e praticada por uma grande parte das pessoas, das empresas e porque não dizer, dos paises.

Nesse ambiente não há liderança e sim chefia e as decisões são centralizadas e discricionárias.

No ambiente do Estado existe a realidade aceita por muitos de que quem está com a caneta decide, manda e resolve por si e pelos outros. Assim se cria a política assistencialista, populista e o único objetivo do mandatário é continuar no poder.

Não há clima nem condições para que novas lideranças surjam, prevalecem os “puxa-sacos” e aproveitadores que adulam o chefe, o capataz, o gerente.

A criatividade, liberdade e solidariedade que só despontam em ambiente de confiança e diálogo não existem. Há a exaltação à figura de quem ocupa o poder absoluto e a censura a quem não concorda ou tem posição diferente vai se tornando feroz.

A ditadura de opiniões, pensamentos e pontos de vista vão criando um clima favorável ao cerceamento da liberdade. O grupo do chefe tende a ocupar espaço e poder e vai enfraquecendo as regras da boa governança e da evolução democrática.

O medo dissimulado vai minando as vontades e manifestações livres.

Nos ambientes empresariais e familiares a figura do dono da empresa ou do chefe da família é, também, impositivo e cerceia a liberdade, a criatividade e o livre arbítrio dos que querem evoluir, participar ou interagir.

Uma boa parte das famílias, empresas e países ainda estão nesse estágio da organização que foi fruto da Revolução Industrial do século XIX que gerou o conflito Capital x Trabalho.

A era mecanicista que ai nasceu vai se esvaindo aos poucos.

A luta de classes Trabalhadores x Patrões criou a gestão por conflito e o conflito maior foi a disputa se o capital ficaria sob o controle do Estado (Comunismo, Socialismo) ou se o capital ficaria nas mãos dos indivíduos (Capitalismo).

A luta ideológica se materializou em guerras e disputas e dividiu o mundo em dois blocos (Capitalismo x Comunismo) que levou a milhões de mortes nas sangrentas guerras e perseguições internas.

Com o surgimento da gestão participativa em uma filosofia Kaizen (melhoria permanente e continua) fundamentada nos processos de qualidade implantados nos anos 50 no Japão, que em 20 anos se tornou a segunda superpotência mundial (desde 1970), e a queda do Muro de Berlim em 1989 que exaure a disputa USA x URSS e gera um novo inicio de transformações no mundo ocidental.

A abertura econômica no inicio dos anos 80 na China e em seguida na Índia criam as bases para um processo que está transformando a Ásia no centro econômico do mundo.

No Brasil, que se fechou para o mundo em mercados cativos e expansão da economia estatal (principalmente na ditadura e no final do governo Lula), ficamos à margem da evolução mundial nas décadas perdidas de 80 e 90.

A abertura para economia globalizada e mundial com Collor e Itamar e a estabilização financeira com o Plano Real e controle da inflação no governo FHC geraram as condições para um crescimento sustentável.

O grande mérito do governo Lula foi manter Henrique Meirelles no Banco Central e dar continuidade a um equilíbrio financeiro e cambial.

Os grandes riscos hoje, as vésperas das eleições, são falar em Estado forte onde se leia grande e inchado, estatização da economia e descontrole financeiro, fiscal e cambial.

O mundo está seguindo na direção de um futuro evolutivo e democrático.

Falar hoje, em esquerda e direita, estatização da economia e se simpatizar com Chávez, Fidel e Ahmadinejad sem se conhecer as realidades destes paises (Venezuela, Cuba e Irã) e culpar os “loiros de olhos azuis” por tudo o que acontece, é sintoma de não se ter objetivos de governo e sim objetivos de se perpetuar o poder.

Nas empresas o risco é não investir na inovação de produtos e serviços, melhoria da qualidade nos processos produtivos e capacitação dos talentos através de um clima participativo e de formação de novas lideranças.

Nas famílias o risco é não integrar-se com os filhos através do diálogo, da compreensão de uma vida participativa e interativa.

O desejo de mandar é inerente a quem foi obrigado a obedecer, ele é muito forte em todos nós e reflete a era mecanicista do “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. O desejo de mandar é um risco de não se evoluir e não interagir.

O desejo de dialogar, interagir, participar, colaborar e construir nos leva a um ambiente harmônico, saudável e de respeito às individualidades na era da consciência que estamos iniciando.

terça-feira, 10 de março de 2009

Cabeça de dono

Estamos em um momento de transformações de todos os sistemas nos quais estamos inseridos, o sistema familiar, o sistema comunitário, o sistema político, o sistema econômico, o sistema financeiro, o sistema ecológico, o sistema empresarial e o sistema educacional.
Está cada vez mais claro que cada dia é um novo dia, que não há dois amanheceres iguais e que as situações e ocorrências são sempre novas.
Está cada vez mais claro que todos os sistemas são dinâmicos, passageiros e renováveis.
Está cada vez mais claro que as coisas não se repetem e, portanto exigem novas atitudes e novas soluções.
Está cada vez mais claro que cada um de nós, como ser humano, fazemos parte de cada sistema e de todos os sistemas e que cada ação nossa reforça, enfraquece ou melhora o sistema.
Está cada vez mais claro que a ação de cada ser humano é ao mesmo tempo razão de ser do seu processo evolutivo e do sistema no qual está inserido, pois cada um de nós é agente de mudanças.
É importante, pois, termos “consciência” de que cada um de nós é dono do sistema.
Se evito desperdícios, produzo menos lixo, preservo o meio ambiente, seus recursos estou sendo dono da natureza e de todo sistema ecológico.
Se aceito meus familiares como são, crio um clima harmônico de amizade, cooperativo e de liberdade dentro das regras do bom senso, estou dando embasamento a todos os sistemas familiares.
Se respeito às normas e leis do condomínio onde vivo, da cidade onde moro, do trânsito no qual trafego e colaboro com sugestões de melhoria e atuo em entidades comunitárias, estou sendo dono da comunidade que faço parte.
Se minha atuação profissional como colaborador de uma empresa, autônomo, sócio, liberal é de estar à disposição do outro, entender as necessidades e expectativas do cliente e criar soluções, ideias, produtos e serviços que criem valor agregado e gerem satisfação, estou sendo dono do negócio, estou sendo dono da empresa, estou sendo dono da economia.
Se gasto menos do que ganho e consigo poupar e me capitalizar, estou participando de um sistema financeiro saudável. Isso vale para empresas, pessoas e países.
Se atuo com transparência, clareza, honestidade e tomo minhas atitudes políticas baseadas em condutas e valores, influencio positivamente o meio político.
Se me preparo, estudo e dou condições de aprendizado aos que me rodeiam, estou reforçando o sistema educacional.
Cada um de nós é o alicerce e razão de ser de cada sistema. Somos o elo mais forte que não vai se quebrar.
Somos realmente cada um de nós o dono, se tivermos cabeça e atitude de dono.