Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de maio de 2016

As crianças e o futuro do Brasil

Se o amanhã é consequência do hoje, nossas expectativas precisam ficar de molho.

Uma sociedade consumista e egoísta, que não consegue construir uma democracia representativa e a ausência de bons exemplos na política, na família e nas escolas estão contaminando a pureza e a beleza que existe em cada criança.

Tive a oportunidade de participar do XI Congresso Nacional de Educação em Valores Humanos, cujo tema foi "Disciplina: Busca da Autonomia", realizado em 21 e 22 de abril no Hotel Maksoud Plaza, iniciativa do Instituto Sri Sathya Sai de Educação no Brasil.

O diagnóstico do atual sistema de educação é de que a escola atualmente é mais um problema do que solução, isto, em todos os níveis.

Há uma certeza de que precisa haver um esforço de todos para o desenvolvimento de cada um.

(1) Leia depois o artigo:  "A liberdade"

A disciplina como prática é um hábito interno de cada indivíduo e ela ocorre com o despertar da consciência. De dentro para fora.

A imagem, deixada por Dalton de Souza Amorim é de que o educador deve ser o farol que ilumina para evitar desastres.

Precisamos trabalhar com a certeza de que cada ser humano tem um tesouro dentro de si.

O atual secretário geral do Ministério da Educação, Luiz Claudio Costa, em sua apresentação, ressaltou mais os valores humanos ao colocar amor como comportamento e não sentimento.

Assim, o ser humano é filho do cuidado e que todo a atenção de cada educador deve focar nos valores de cada um e entendê-lo e aceitá-lo. E cabe ao educador fazer perguntas, atuar como parceiro e sem moralismo e preconceitos.

Neste sentido temos tudo a evoluir.

A importância da pergunta: "Que humanidade queremos?" começa na resposta da pergunta "Que infância queremos?".

A cultura do brincar e da alegria do aprender a apreender é construir um projeto de Brasil que coloca as crianças em um primeiro lugar. Isto pode ser transformador em nossa cultura.

A criança é o pai do homem, portanto, cuidar de uma só criança é cuidar da comunidade inteira.

(2) Leia depois o artigo:  "Sei que eu e você somos gotas no oceano"

Vivemos o risco da indiferença e o perigo de não perceber a criança como criança.

Para onde for a educação e o respeito às crianças no Brasil, para lá irá o país.

O futuro do Brasil será resposta a capacidade que cada um de nós como pais, educadores e pessoas de dar amor sem limites e quietude às crianças com os quais convivemos

Afinal cada um de nós é agente de mudanças.

Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo: "A liberdade"
(2) Artigo: "Sei que eu e você somos gotas no oceano"

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Como evitar o clima de mal estar e tristeza


A essência de cada um de nós, por melhor ou pior que seja, é influenciada pelo ambiente gerando um clima de bem estar ou mal estar.

Nos países onde se observa o respeito às e das pessoas, o compromisso, o estar a disposição do outro e a liberdade de agir sem burocracia é a regra, sentimos a atitude pró-ativa, colaborativa e construtiva que gera um clima de ordem, progresso e evolução e satisfação.

Nestes países a autoridade de cada um é é expansiva aos valores comunitários e os que ocupam cargos de direção são responsabilizados pelos seus acertos e mazelas.

Quando os que ocupam cargos de direção a nada respondem, vivem deslocados dos valores comunitários e ligados a interesses escusos e criminosos e mantém o corporativismo pelo e do poder os riscos de ruptura da nação é eminente e o colapso do país é visível.

(1) Leia depois o artigo:  "Devagar com o andor que o santo é de barro"


Já vivemos este clima no Brasil há algum tempo e os indicadores educativos, de saúde, sociais, de violência, de desgoverno, de desastres ambientais, econômicos e etc já apontam esta direção e falência dos valores há mais de uma década.

O que fazer?

Que cada um faça apenas sua parte de não corromper ou deixar-se corromper.

Demonstrar sua insatisfação com tais indignidades  e agindo com dignidade e não simplesmente só atacando aqueles que agem de forma indigna.

Confiar no processo evolutivo do ser humano, mantendo harmonia, clareza de propósitos e dar o que tem de melhor para mudar o ambiente e o clima que vivemos.

(2) Leia depois o artigo:  "Brasil, o queridinho do mundo?"

Acompanhar as ações corretivas e apoiar o juiz Sérgio Moro em seu trabalho do dia a dia.

Estimular o ambiente de que haja mais investigações como Lava a Jato e que se punam a todos aqueles que estejam envolvidos, seja quem for.


Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:

quinta-feira, 12 de março de 2015

Aprender a Apreender, uma arte para toda a vida.

Houve uma época em que havia a ilusão de que nós ensinávamos a alguém alguma coisa.

Na realidade as pessoas, e principalmente as crianças, aprendem pelo exemplo, pelo que vêem, ouvem, experimentam e repetem. Sim, as crianças apreendem e muito...

Nos primeiros sete anos, ela está desenvolvendo seu corpo físico. Todo seu sistema neural é evolutivo, seu querer é marcante e sua capacidade de absorver e desenvolver é fantástica. Estes primeiros sete anos ficam para sempre na memória física, vital e emocional da criança.

(1) Leia depois o artigo: "Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?"

Dos 7 aos 14 anos, a criança sente o mundo de acordo com sua imaginação, criatividade e maneira de participar. Nesta fase a criança aprende a apreender através dos ritmos, relações, jogos e suas regras criando hábitos que ficarão, também, para sempre.

Aqui na Gaia Idiomas utilizando a língua inglesa nossos alunos passam pelo processo do aprender a apreender com alegria, despertando a curiosidade, o interesse, a prática e principalmente utilizando todas as múltiplas inteligências.

(2) Leia depois o artigo: "Crianças Inteligentes Constroem um Mundo Melhor"
 Desenvolver sua individualidade e capacidade de interagir e participar pró-ativamente com cada grupo é um trabalho educacional gratificante.

Nossos educadores são catalisadores, estimuladores e principalmente líderes neste processo dinâmico do aprender a apreender.

(3) Leia depois o artigo: "O Verdadeiro Relacionamento"

 Venham nos visitar e conhecer in loco este ambiente criado para seus filhos.

Transformem esta mensagem em uma visita e uma aula experimental.




Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo: "
Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?"

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?

É com alegria que reproduzo o artigo com entrevistas realizado por Ilana Alves do site Vila Nova Conceição SP.

_____________________________________________


Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?


Aprender outro idioma é muito importante nesse mundo globalizado que vivemos. Mas qual o melhor momento?

Bom, passado o carnaval, o ano novo começa efetivamente!!! É hora de colocar em prática os planos elaborados nas férias. Fazer uma dieta, trabalhar mais, estudar melhor e preparar os filhos para o futuro, dando a eles ferramentas segmentadas de estudo e aprendizagem.

Independente do projeto é preciso planejar e pesquisar sobre o que se pretende fazer para ter sucesso nessa jornada.

Quando a decisão a ser tomada se refere a nós mesmos, parece ser mais fácil, pois cada um conhece seus potenciais e desejos. Porém quando o que está em jogo é futuro de nossos filhos a decisão sempre pede uma reflexão mais apurada e uma observação mais precisa. É necessário não só entender o que os fazem felizes, mas também conhecer a fase certa de iniciar uma atividade para que ela seja aproveitada intensamente.

O mercado de trabalho pede um profissional competente, mas que acima de tudo tenha uma visão ampla de sua área e conhecimento básico de idiomas. Vivemos em uma época globalizada onde o fluxo de culturas é muito grande. Saber falar, ler, escrever ou no mínimo entender um pouco de inglês e espanhol é importante para a vida social, mas acima de tudo fundamental para o mercado de trabalho.

É neste momento que muitos pais se questionam sobre a fase certa dos filhos começarem um curso de idiomas e nós fomos atrás dessa resposta para você.

Para Rosa Maria Lopes Affonso, Professora de Diagnóstico Psicológico Infantil, com livro publicado sobre ludodiagnóstico, as crianças podem começar a aprender outros idiomas desde pequeninas, mas essa aprendizagem deve estar sempre associada a vivência, ao cotidiano dessa criança. “A linguagem propriamente da criança é construída a partir do nascimento, mas a linguagem de outros idiomas que não fazem parte da cultura que ela vive no dia a dia tem que ser acompanhada com uma vivência, com a prática, porque toda linguagem pressupõem uma experiência, o que a gente chama de vivência prática e significativa para a criança.” Segundo ela, existem estudos que mostram que é possível introduzir outro idioma na criança a partir do momento que surge a linguagem oral, mas a Professora alerta que isso deve ser feito de uma maneira cuidadosa para não confundir os pequenos, com relação a linguagem,  numa etapa evolutiva muito precoce.

Uma das técnicas utilizadas é a pedagogia Waldorf, baseada na autenticidade da criança, na espontaneidade, no brincar, no aprender com fundo pedagógico é o método usado por algumas escolas de idiomas.


Geraldo Leal de Moraes

Geraldo Leal de Moraes, Sócio-proprietário da Gaia Idiomas aqui da Vila Nova Conceição, diz que se inspirou em  várias pedagogias, dentre elas a Waldorf, e  explica que a liberdade é uma das formas mais fáceis de aprender. “Os educadores são catalisadores e estimuladores do processo do aprendizado. A criança deve ter curiosidade, alegria e prazer em aprender uma língua. A felicidade já está dentro da criança, é preciso manter um clima propício para a aprendizagem, fazendo a criança se sentir livre e segura”, afirma Geraldo.



Outro aspecto muito importante na hora de introduzir um novo idioma em uma idade precoce é a participação da família. Ou seja, é preciso que os pais ou responsáveis tenham o hábito da prática desse novo idioma em casa para ajudar a criança a entender melhor o significado do idioma. Se o ambiente em que a criança convive não tem o uso do código linguístico do outro idioma a criança pode ficar confusa com relação às palavras. A linguagem começa com os pais nomeando as ações “caiu”, “bateu”, a criança vê a ação e ouve o que aconteceu, isso significa que ela vivenciou o acontecimento. Ela viu, ouviu e entendeu a ação. Com o tempo, ela vai associando ações com palavras, e a linguagem oral vai ganhando significado no contexto geral, isso significa vivencia prática. Se a família usa outros códigos linguísticos, a criança começa a perceber que existem outros nomes para a mesma ação.


A criança só vai conseguir distinguir sozinha as diferenças de linguagem por volta dos 7 anos. É por isso que a alfabetização também começa nessa idade. Então, se a família não tem a vivência prática de outro idioma o ideal é que a criança comece a aprender outras línguas nessa faixa etária. “O importante para o aprendizado de outro idioma é respeitar as 3 fases de aprendizado: Vivência, representação, significado” afirma a Professora Rosa Maria.


Carolina E. L. Lauria
Carolina Elizabeth Lopes Lauria, Professora Mestre da área da educação da FMU explica que até a puberdade, 12 anos, todas as janelas de possibilidades de conhecimento estão abertas. Dos 6 aos 12 é uma boa fase de aprendizagem. Porém os pais devem levar em conta as habilidades, as múltiplas inteligências, dos filhos. Ela explica que a partir dos 6 anos tem início uma maturidade da memória de longo prazo. Não existe um método de aprendizagem que seja mais eficaz. O Brasil ainda não conseguiu definir seu método de alfabetização. “Estamos na proposta construtivista, mas nada de concreto. O mais importante é ter uma motivação sentimental, porque se moro num lar onde meus pais falam inglês fluente é muito mais fácil e faz mais sentido aprender outro idioma”, reforça a Professora Elizabeth.


Como identificar se o filho não está pronto para outro idioma?


Os sinais são vários, a criança sempre vai sinalizar se ela não está bem. “Um sinal que a gente chama de grave é dado pelo próprio corpo, a dor pode ser expressa através do comportamento agitado, agressivo ou ainda no desligamento, ou seja, desinteresse acompanhado de apatia, recolhimento no seu próprio mundo já que o que deveria ser aprendido não está fazendo sentido para ela”, explica a Professora Rosa Maria.

Outro ponto importante na hora da escolha de uma escola de idiomas, segundo os profissionais da área, é lembrar que para qualquer aprendizagem é preciso existir o lúdico.


Flavia Cardoso

Segundo Flávia Cardoso, Educadora da Gaia Idiomas, o papel do educador em sala de aula não é ser a pessoa que vai trazer a informação para as crianças, mas sim o profissional que vai mediar o que a criança já sabe com seus novos conhecimentos. “Até os 7 anos não usamos livros, trabalhamos com projetos de situações cotidiana e aspectos do aprendizado que envolvem temas como esportes, ciências, culinária, jardinagem, personagens, contos de fadas, músicas, meios de transportes”, diz.


O pai deve ter em mente que também existem as diferenças de aprendizado que variam de criança para criança. É um aglomerado de fatores associados, englobam questões orgânicas, estimulação do meio que ela vive e o desejo dela em interagir com esses estímulos. Não se pode negar também que a criança tenha desejos. Ou seja, ela pode não gostar de determinado idioma. “É um conjunto de fatores que vão determinar um maior grau de facilidade ou não de aprendizagem. Antes dos 6 ou 7 anos é mais difícil de reconhecer se a criança está aprendendo ou não, ela ainda é muito precoce e quer brincar com as letras, quanto menor a criança menos recursos a gente tem para identificar esse desejo”, pondera a Professora Rosa Maria.


A Janela de Aprendizagem



A cobrança e a ansiedade dos pais podem atrapalhar o processo. É preciso respeitar as habilidades das crianças. Se a criança não gostar não adianta. Ela não vai ser feliz, não vai exercer as tarefas, vai ficar de mau-humor, não vai participar. Quando essa criança estiver em outra faixa etária com maior maturidade vai poder decidir o que realmente quer fazer.

Maturidade, sentido, habilidade. A janela de aprendizagem da criança está aberta dos 0 aos 12 anos, mas a maturidade começa a partir dos 6 . “Tem uma coisa interessante… por mais que uma criança comece com 10 anos a aprender outro idioma, ela não vai ter prejuízo de aprendizagem ou fixação se comparado a uma criança que começou aos 6”, compara a Professora Carolina Elizabeth.

Carolina Albuquerque
Carolina Albuquerque, Estudante de Pedagogia da FMU e Professora Auxiliar de uma escola bilíngue tem trabalhado com crianças de um ano e meio, e faz a seguinte observação “As crianças de 5 para 6 anos guardam com mais facilidade o que falamos, conseguimos desassociar o inglês do português. Com as turmas menores tudo é traduzido para o português. Eles ainda não fazem associação, a gente fala inglês com eles e eles respondem em português. O método é falar inglês na escola que trabalho. Ver a imagem associada a uma palavra em inglês facilita a associação. Uma forma sutil de introduzir o inglês é ouvir a criança em português mas responder em inglês, isso vai ajuda-la gradativamente a pensar em inglês.”


Projeto de Situação Cotidiana da Gaia.
Nós aprendemos muito mais quando ouvimos, vemos e fazemos. Ninguém aprende só ouvindo, então as imagens tanto na alfabetização da língu a materna quanto em outro idioma são importantes, “o método analítico é o que vem sendo usado pelas escolas”, diz a Professora Carolina Elizabeth.

Segundo Geraldo, apesar da liberdade na hora de aprender, as crianças passam por um processo pedagógico de aprendizagem. “Elas passam em 5 estações diferentes, tem ‘time’, tem ordem, tem cooperação, tem planejamento e os educadores preparam as aulas para cumprir um circuito de ensino. Elas cozinham, cantam, brincam, arrumam, jogam, pulam, dançam. Tudo dentro da metodologia. Temos uma horta para ajudar na prática, eles que plantam, sabem o que estão plantando, acompanham o crescimento e depois colhem.”

Da esq. para a dir.: Ilana Alves, Carolina E. L. Lauria, Carolina Albuquerque.


A observação e o acompanhamento na fase de aprendizagem é o principal termômetro que os pais e responsáveis têm para medir o desejo e habilidade dos filhos. Cada criança tem um motivo, tem uma motivação, tem um tempo, um sentimento e suas próprias vontades que devem ser respeitadas. Só assim, ela terá prazer em aprender, não só na infância, mas também na fase adulta.

Por Ilana Alves.


Publicado originalmente em 18/02/15 no site: 
Vila Nova Conceição SP - http://www.vilanovaconceicaosp.com.br/filhos-qual-a-melhor-idade-para-aprender-outro-idioma/

Links dos artigos relacionados, e que sugiro que leiam:
(1) Artigo: "A liberdade"
(2) Artigo: "Nasce um novo negociador"
(3) Artigo: "Estar Preparado"

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A educação das crianças na primeira infância

Ver as soluções, antes dos problemas ocorrerem, caracteriza as pessoas pró-ativas e com visão de futuro.

Dessa maneira, todo o trabalho de qualidade, constante aperfeiçoamento e adequação à realidade das circunstâncias permitem evitar situações indesejáveis e preparar um futuro melhor. 

Falta ao Brasil, e à maioria dos brasileiros planejarem e prepararem este futuro desejável. Não há estratégia nem caminhos traçados. Temos que desbravar e descobrir, juntos, este futuro melhor.


A geração que está entrando no mercado de trabalho, hoje, com certeza não está pronta para os grandes desafios.

(1) Leia depois o artigo:  "Competição. Um bem? Um mal?"

O maior apagão do Brasil é o da educação e o custo da irresponsabilidade e do abandono por muitos anos está sendo caro.

A falta do conhecimento e da fluência no inglês é um grande entrave.

(2) Leia depois o artigo:   "Comunicação Eficaz e Liderança Compartilhada"

Antigamente se dizia que “a educação vem de berço” e isto é atualmente comprovado pela neurociência, quando tal constata que a criança absorve tudo, para o bem ou para o mal, em sua memória inconsciente.

Os especialistas em educação e neurociência afirmam que o aprendizado da língua, antes dos cinco anos, é o ideal e que quando o processo é vivenciado durante a infância, de forma natural, ele fica para sempre na memória.

Estamos aqui na Gaia Idiomas estimulando, incentivando e promovendo a vivência e a alegria no aprendizado do inglês, em um processo de formação de indivíduos e profissionais, que estarão liderando o Brasil daqui a uma geração.

Venha nos conhecer.



Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo: "Competição. Um bem? Um mal?"
(2) Artigo: "Comunicação Eficaz e Liderança Compartilhada"

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Economia de mercado, eleições e Marina Silva.

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.

As próximas eleições presidenciais e para governadores, senadores e deputados estão sendo influenciadas pela percepção dos eleitores em relação à evolução da economia de mercado do país. As quatro últimas eleições, também, foram.

O eleitor vota pela percepção e desejo de vir a ter uma condição de vida melhor.

É seu objetivo ter mais estabilidade econômica e possibilidade de ascensão social com melhoria do padrão de vida (conforto, segurança financeira, saúde, educação e mais oportunidades no mercado de trabalho).

A força da economia de mercado vai ditando as regras da nova sociedade brasileira.

(1) Leia depois o artigo "O Brasil de 50 anos atrás e o de hoje"

O presidente do Banco Central, Henrique Meireles, nos últimos 8 anos exerceu as funções do cargo com competência e independência partidária, ideológica ou grupo de pressões.

Sua administração gerou pela boa gestão da política monetária os fundamentos e a confiança na tão necessária estabilidade econômica e financeira, como condição si ne qua non de o Brasil ser uma democracia aceita no hall dos participantes de uma economia globalizada.

Ninguém vota mais em direita ou esquerda, socialismo ou capitalismo, a favor dos militares ou contra os militares, na social democracia, no liberalismo ou no neoliberalismo.

Vota-se nas expectativas de uma melhoria de performace pessoal, da família, do país e da comunidade. Neste contexto o próximo presidente para manter uma melhoria continua de qualidade de vida dos brasileiros e progresso econômico e social da nação terá muitos desafios.

(2) Leia depois o artigo "Meu aniversário, Grécia e Marina Silva"

O sistema de poder autocrático das velhas elites ligadas a uma sociedade ainda injusta e escravocrata está se esvaindo, apesar de ser parte importante nas atuais composições políticas. Veja quem são os candidatos aliados de José Sarney, Jáder Barbalho, Renan Calheiros, Michel Temer, Roberto Requião, Paulo Maluf, Orestes Quércia, Jorge Bornhausen, dos coronéis nordestinos, das grandes empreiteiras e de grupos econômicos dependentes da bolsa BNDES, além dos aloprados do mensalão e o chefe da gang.

Os partidos políticos PMDB, Democrata (Antigo PFL), PSDB e PT não têm mais nenhuma representatividade, pois nenhum deles tem um projeto de governo ou visão de futuro. Apenas querem manter e lotear o poder para uso próprio.

(3) Leia depois o artigo "Devagar com o andor que o santo é de barro"


Os jovens e a sociedade civil estão distantes nessas eleições, mas saberão cobrar dos novos governantes uma nova atitude e serão muito mais exigentes.




É obvio para todos os brasileiros que o mal a ser combatido agora é a corrupção, a impunidade, a falta de transparência e a ausência de um programa de governo que retrate os anseios da sociedade. Este será o próximo passo da evolução política e socioeconômica brasileira.

Neste cenário o atual quadro eleitoral será um divisor de águas.

Fica claro que os velhos sistemas estão exauridos e somente uma nova liderança poderá entender as reais necessidades e verdadeiras expectativas da população brasileira em todos os seus matizes.

É obvio que não há mais necessidade de se fazer a reforma política e eleitoral, a reforma tributária, a reforma previdenciária, a reforma fiscal, a reforma trabalhista, a reforma sindical e a reforma agrária. São novos tempos que exigem novos sistemas político eleitoral, tributário, previdenciário, fiscal, trabalhista, sindical e agrário a serem criados e fundamentados nas realidades vividas do Brasil de hoje.

O Brasil estará deixando de ser um País, para se tornar uma Nação baseada em valores morais, éticos e de respeito aos seus cidadãos.

Marina Silva é o novo.

Marina Silva, com suas atitudes, postura e programa de governo que está apresentando, liderará esta nova evolução da Nação Brasileira.

Eu tenho me informado, lido e acompanhado todos os seus passos através da mídia, debates e tenho essa convicção. Procurem conhecer Marina Silva.

Eu votarei em 2010 e provavelmente em 2014 com consciência e convicção em Marina Silva.

O novo momento de uma nova liderança, com foco no futuro e ação no presente, virará mais uma página da história brasileira.

Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo: "
O Brasil de 50 anos atrás e o de hoje"
(2) Artigo: "
Meu aniversário, Grécia e Marina Silva"
(3) Artigo: "
Devagar com o andor que o santo é de barro"

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Os Deuses, a Música e o Chile

Ao clicar sobre as fotos elas abrirão em resolução máxima.

Nossa viagem começou ao conhecer duas interessantes e inteligentes meninas chilenas, Paula e sua amiga, no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

No terminal de embarque e durante o vôo fomos sentindo a alegria e felicidade deste país ao receber delas todas as dicas do que visitar.

Silvia e eu assistimos, após a missa das 18h, no dia 13 de setembro na Igreja Matriz de Santa Cruz no Chile a apresentação do Conjunto Barroco Andino.

Com seus trajes típicos, flautas andinas e regido pelo maestro Raul Mellao H. o conjunto de 10 artistas (violoncelo, violão, viola, flautas doce, transversal e andina) apresentou um recital de músicas clássicas e folclóricas.

A Igreja lotada, com muitas crianças em silencio e em êxtase, parecia que flutuava no ritmo sublime dos deuses.

Programación - Primera Parte:
W. A. Mozart - ALLEGRO de Eine Kleine Nacht Musik.
J. S. Bach - AIR de la Suite Nº3 para cuerdas.
J. S. Bach - BADINERIE de la Suíte Nº2 para flauta y cuerdas.
J. S. Bach - ESURIENTES del Magnifcat, original para contralto.
G. F. Handel - ALLEGRO del Concerto Grosso Nº4 para orquestra de cuerdas.
J. S. Bach - WACHET AUF - Coral de la Cantata Nº140.
J. S. Bach - MINUETO COM TRIO de la Partida Nº1 para clavecin.
A. Dvorak - DANZA ESLAVA Nº10 para piano a 4 manos.

Segunda Parte:
Y SECA YA ESSE LLANTO - Música: Jaime Soto Leon - Texto: Federico Garcia Lorca.
DANZA DE LOS MIRLITOS - Tchaikovsky del Ballet Cascanueces.
QUÉ DIRÁ EL SANTO PADRE - Violeta Parra - Canción.
TESTAMENTO - Música: Jaime Soto Leon - Texto: Pablo Neruda.
DANZA COM MANDOLINAS - S. Prokoffiev del Ballet Romeo y Julieta.
NACISTE DE LOS LEÑADORES - Música: Sergio Ortega - Texto: Pablo Neruda.
LA TIERRA SE LLAMA JUAN - Música: Jaime Soto Leon - Texto: Pablo Neruda.
RETRATO - Música: Horacio Salinas - Texto: Patrício Manns.
MARCHA TURCA - W. A. Mozart de la Sonata en La mayor para pianoforte.

Nesta rápida passagem de uma semana pelo Chile (Santiago, Santa Cruz, Valparaiso, Vina Del Mar e Portillo) sentimos o clima de amor à pátria, de respeito e de reverência de todos e em todos os lugares.

Nas conversas de rua, com motoristas, garçons, estudantes vivenciamos a forte educação de um povo. O índice de alfabetismo é de 97%.

A educação foi sempre prioridade neste país. A República do Chile, em 18 de setembro de 2010, completará 200 anos.

Seu primeiro presidente foi Bernardo O’Hinggins e em todo este tempo só houve um rompimento com a democracia, a queda e morte trágica de Salvador Allende eleito em 1970. A ditadura do Regime Militar de Augusto Pinochet de 11 de setembro de 1973 a 11 de março de 1981 não se descuidou dos investimentos em educação.

A presidenta Michelle Bachelet, com muita harmonia e liberdade, conduz as eleições que ocorrerão este ano. No Chile a presidência é exercida por um único mandato de 4 anos.

Em setembro, mês das festas nacionais, se vê tremular as cores vermelha, azul e branca das bandeiras, cartazes e fitas que vestem a cidade.

As festas populares ocorrem em seus belos e bem cuidados parques.

Santiago, fundada em 1541, é uma cidade moderna, com arquitetura arrojada e um sistema de vias públicas rápidas, e transporte coletivo ágil e confortável.

O metrô nos conduz a todos os cantos da cidade em modernos vagões interligados.

Os museus de Arte Pré Colombiano e de Belas Artes, Mercado Central e seus pontos turísticos como Cerro Santa Lucia, Cerro San Cristóbal e o bairro Bela Vista frequentado pelos jovens são atrações imperdíveis e inesquecíveis.

Entretanto, a imagem que fica em nossas mentes é o da Cordilheira dos Andes que parece um anjo protetor a debruçar-se sobre esta bela cidade.

Valparaiso é o porto onde em 1536 se iniciou a colonização espanhola. Uma cidade, que hoje faz parte do patrimônio histórico da humanidade, onde o moderno se incorpora ao histórico.

Vina Del Mar, cidade turística, encanta pela paisagem e uma arquitetura inovadora de seus edifícios, onde o Hotel e Cassino Enjoy tem uma atração especial.

Portillo, um ninho na Cordilheira dos Andes, é um espetáculo no vai e vem dos teleféricos e seus esquiadores de todas as idades e habilidades. Uma experiência agradável, também, para não esquiadores. Chegar ao topo, através da estrada que vai escalando as Cordilheiras, é fantástico.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Nação Brasileira Está Doente, Seu Povo Está Sendo Espoliado

Sim, a máquina pública chamada de Estado, que deveria regular, administrar, garantir a segurança, promover dignidade, justiça e distribuição de renda entre os seus cidadãos está sufocando e destruindo o potencial daquela que seria uma grande nação.

Brasil, país do futuro.

Que futuro terá uma nação que não provê um mínimo de dignidade aos seus habitantes e não concede oportunidades de alimentação, saúde, educação e emprego?

Nosso histórico de país escravagista e violento está sendo reforçado. As iniciativas que promovem e incentivam a evolução natural das pessoas, o empreendedorismo, o desenvolvimento de um mercado competitivo e uma economia aberta e globalizada são destruídas em nome de um controle estatal maior.

Os políticos se põem acima do bem e do mal e junto com uma máquina governamental podre, corrupta e corporativista explora a maioria do povo trabalhador, ainda crente no país do futuro e em sua essência de boa índole e trabalhadora.

Cidadãos de duas classes, o funcionário público com garantias, estabilidade, direitos adquiridos, independentes de meritocracia, honestidade e competência. O resto da nação sem garantias, estabilidade e direitos é responsável pelo seu trabalho para manter a máquina dos funcionários com obrigações e deveres impostos com violência.

A edição 940 da revista Exame mostra um absurdo de um país que está se construindo, ou melhor, se destruindo. A reportagem é a “O País de Elias. E o País de Jodinaldo”, uma face negra do momento que vivemos, assistimos e não estamos fazendo nada para mudar. A doença da apatia e sensação de impotência diante que nos imobiliza desse quadro é contagiosa e perigosa.

Ouvir isso, conviver com isso e ainda por cima haver uma certeza da população de que apesar de tudo este é o melhor país do mundo está ficando difícil de entender.

Os jovens de hoje estão fazendo suas opções, ir para fora do Brasil, em busca de dignidade, oportunidades, justiça, segurança e qualidade de vida ou ser funcionário público e que se dane o resto. Afinal, no Brasil "as coisas sempre foram assim e nada vai mudar".

Creio estarmos chegando a um limite explosivo nesta dinâmica perversa. Os escândalos do congresso nacional e as atitudes de seus líderes são o escárnio que faltava.

Visite o site http://www.brasilsemcorrupcao.com.br/ e conheça o trabalho liderado por Luiz Otávio da Rosa Borges.