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segunda-feira, 2 de maio de 2016

As crianças e o futuro do Brasil

Se o amanhã é consequência do hoje, nossas expectativas precisam ficar de molho.

Uma sociedade consumista e egoísta, que não consegue construir uma democracia representativa e a ausência de bons exemplos na política, na família e nas escolas estão contaminando a pureza e a beleza que existe em cada criança.

Tive a oportunidade de participar do XI Congresso Nacional de Educação em Valores Humanos, cujo tema foi "Disciplina: Busca da Autonomia", realizado em 21 e 22 de abril no Hotel Maksoud Plaza, iniciativa do Instituto Sri Sathya Sai de Educação no Brasil.

O diagnóstico do atual sistema de educação é de que a escola atualmente é mais um problema do que solução, isto, em todos os níveis.

Há uma certeza de que precisa haver um esforço de todos para o desenvolvimento de cada um.

(1) Leia depois o artigo:  "A liberdade"

A disciplina como prática é um hábito interno de cada indivíduo e ela ocorre com o despertar da consciência. De dentro para fora.

A imagem, deixada por Dalton de Souza Amorim é de que o educador deve ser o farol que ilumina para evitar desastres.

Precisamos trabalhar com a certeza de que cada ser humano tem um tesouro dentro de si.

O atual secretário geral do Ministério da Educação, Luiz Claudio Costa, em sua apresentação, ressaltou mais os valores humanos ao colocar amor como comportamento e não sentimento.

Assim, o ser humano é filho do cuidado e que todo a atenção de cada educador deve focar nos valores de cada um e entendê-lo e aceitá-lo. E cabe ao educador fazer perguntas, atuar como parceiro e sem moralismo e preconceitos.

Neste sentido temos tudo a evoluir.

A importância da pergunta: "Que humanidade queremos?" começa na resposta da pergunta "Que infância queremos?".

A cultura do brincar e da alegria do aprender a apreender é construir um projeto de Brasil que coloca as crianças em um primeiro lugar. Isto pode ser transformador em nossa cultura.

A criança é o pai do homem, portanto, cuidar de uma só criança é cuidar da comunidade inteira.

(2) Leia depois o artigo:  "Sei que eu e você somos gotas no oceano"

Vivemos o risco da indiferença e o perigo de não perceber a criança como criança.

Para onde for a educação e o respeito às crianças no Brasil, para lá irá o país.

O futuro do Brasil será resposta a capacidade que cada um de nós como pais, educadores e pessoas de dar amor sem limites e quietude às crianças com os quais convivemos

Afinal cada um de nós é agente de mudanças.

Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:
(1) Artigo: "A liberdade"
(2) Artigo: "Sei que eu e você somos gotas no oceano"

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Para onde vamos?

Para onde vamos?

O mundo inteiro se pergunta.

A tentativa de manter o “status quo” pessoal, profissional, de empresas e de países é uma reação ao novo que se avizinha.

Quanto maior o risco, maior a resistência.

Nossa maneira de enxergar o mundo, os produtos, os serviços, as empresas e os sistemas já está com a data de validade vencida, ou melhor, obsoleta.

O mundo se reinventa a cada dia, pois a vocação original do homem é a transformação.

(1) Leia depois o artigo:  "Crianças Inteligentes Constroem um Mundo Melhor"

Cada um de nós, seja como pessoa, família, empresa ou nação, deve começar novamente, ou seja, inovar e criar no aqui e agora um novo horizonte.

Sinto-me privilegiado por estar trabalhando com crianças de 2 a 12 anos. Elas são uma bússola orientadora do mundo mais tecnologicamente fantástico que está por vir, e, que hoje, é inimaginável de como será daqui a 10 anos.  

É renovador trabalhar com crianças, pois elas são espontâneas, sinceras, ainda abertas à transparência, à cooperação e ao compartilhamento para inovar e construir um mundo muito melhor.

As crianças precisam de projetos claros e valores reais. Com a energia que possuem, a tudo transformam.

Se cuidarmos bem das crianças em pouco tempo teremos pessoas, produtos, serviços, sistemas e empresas bem melhores.

(2) Leia depois o artigo:  "A educação das crianças na primeira infância"


Que tal recuperarmos as crianças que temos dentro de cada um de nós e colocá-las em contato com as crianças que conhecemos?

Isto sim é fazer uma pátria educadora.

Relembro a frase de alguém que esteve sempre à frente de seu tempo:

“ [...] Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.”
Charles Spencer Chaplin




Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:

(2) Artigo: "A educação das crianças na primeira infância"

terça-feira, 22 de março de 2011

Aprendendo inglês para a Vida

É com entusiasmo que publico no blog o artigo da coordenadora pedagógica Mirela Ramacciotti da Escola Teddy Bear - Vila Nova Conceição:

“Sempre me perguntaram: qual a idade ideal para começar a estudar inglês?

O mais cedo possível, respondia eu, mas sempre levando em conta as características do desenvolvimento da criança.




Hoje, mais do que nunca, sinto que, apoiada pelas mais recentes e acatadas descobertas científicas sobre o cérebro e seu desenvolvimento, aprender inglês desde uma idade bem precoce facilita sua aquisição e ajuda sobremaneira na sua utilização em épocas posteriores.
Vale, a essa altura ressaltar que, esse aprendizado deve sempre obedecer aos vários estágios cognitivos e de amadurecimento por que passam a maioria das crianças e levar em conta a necessidade de afeto e apoio que eles têm na primeira infância.



É nessa hora que o professor tira sua ‘roupagem’ mais exterior e se coloca no papel de um educador.
(1) Leia depois o artigo:  "O Verdadeiro Relacionamento";



Esse profissional irá, através de sua sensibilidade e munido de uma competência bastante trabalhada, facilitar a ‘entrada’ do aluno em um mundo que deve ser bastante vivencial para poder ser realmente aprendido.
(2) Leia depois o artigo:  "A Liberdade";

Essa vivência passa por todos os sentidos e tendências que temos ao nascer e que vamos desenvolvendo de acordo com nosso código genético e nossas experiências.

Utilizando os sentidos e os estilos de aprendizado (visual, auditivo, gustativo, olfativo, tático e cinético) testamos e desafiamos esses aprendizes a experimentar o conhecer e a, principalmente, relacionar de forma gradual, eficaz e muito lúdica, o conhecer com o prazer e alimentar uma fome natural e positiva de todos nós, seres humanos, que é a de APRENDER.

E é assim que trabalhamos, diariamente, aqui na escola Teddy Bear. Através de um preparo cuidadoso de cada aula, de espaços que promovem diferentes experiências e vivências e de muita alegria e respeito, que tecemos o intricado e rico tecido do aprendizado de uma outra e essencial, língua que é o inglês.
(3) Leia depois o artigo:  "Aldeia Global para quem fala inglês";



Convidamos todos vocês, pais, avós, tios e tias, curiosos e aprendizes que venham nos conhecer, vivenciar e apreciar essa que, acredito ser uma forma completa, pois envolve o ser como um todo, de aprender e de tornar-se verdadeiramente um cidadão do mundo.”





Se você quiser vivenciar um dos momentos trabalhados em aula venha para:




Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:

(1) Artigo: "O Verdadeiro Relacionamento"
(2) Artigo: "A Liberdade"
(3) Artigo: "Aldeia Global para quem fala inglês"