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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?

É com alegria que reproduzo o artigo com entrevistas realizado por Ilana Alves do site Vila Nova Conceição SP.

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Filhos: qual a melhor idade para aprender outro idioma?


Aprender outro idioma é muito importante nesse mundo globalizado que vivemos. Mas qual o melhor momento?

Bom, passado o carnaval, o ano novo começa efetivamente!!! É hora de colocar em prática os planos elaborados nas férias. Fazer uma dieta, trabalhar mais, estudar melhor e preparar os filhos para o futuro, dando a eles ferramentas segmentadas de estudo e aprendizagem.

Independente do projeto é preciso planejar e pesquisar sobre o que se pretende fazer para ter sucesso nessa jornada.

Quando a decisão a ser tomada se refere a nós mesmos, parece ser mais fácil, pois cada um conhece seus potenciais e desejos. Porém quando o que está em jogo é futuro de nossos filhos a decisão sempre pede uma reflexão mais apurada e uma observação mais precisa. É necessário não só entender o que os fazem felizes, mas também conhecer a fase certa de iniciar uma atividade para que ela seja aproveitada intensamente.

O mercado de trabalho pede um profissional competente, mas que acima de tudo tenha uma visão ampla de sua área e conhecimento básico de idiomas. Vivemos em uma época globalizada onde o fluxo de culturas é muito grande. Saber falar, ler, escrever ou no mínimo entender um pouco de inglês e espanhol é importante para a vida social, mas acima de tudo fundamental para o mercado de trabalho.

É neste momento que muitos pais se questionam sobre a fase certa dos filhos começarem um curso de idiomas e nós fomos atrás dessa resposta para você.

Para Rosa Maria Lopes Affonso, Professora de Diagnóstico Psicológico Infantil, com livro publicado sobre ludodiagnóstico, as crianças podem começar a aprender outros idiomas desde pequeninas, mas essa aprendizagem deve estar sempre associada a vivência, ao cotidiano dessa criança. “A linguagem propriamente da criança é construída a partir do nascimento, mas a linguagem de outros idiomas que não fazem parte da cultura que ela vive no dia a dia tem que ser acompanhada com uma vivência, com a prática, porque toda linguagem pressupõem uma experiência, o que a gente chama de vivência prática e significativa para a criança.” Segundo ela, existem estudos que mostram que é possível introduzir outro idioma na criança a partir do momento que surge a linguagem oral, mas a Professora alerta que isso deve ser feito de uma maneira cuidadosa para não confundir os pequenos, com relação a linguagem,  numa etapa evolutiva muito precoce.

Uma das técnicas utilizadas é a pedagogia Waldorf, baseada na autenticidade da criança, na espontaneidade, no brincar, no aprender com fundo pedagógico é o método usado por algumas escolas de idiomas.


Geraldo Leal de Moraes

Geraldo Leal de Moraes, Sócio-proprietário da Gaia Idiomas aqui da Vila Nova Conceição, diz que se inspirou em  várias pedagogias, dentre elas a Waldorf, e  explica que a liberdade é uma das formas mais fáceis de aprender. “Os educadores são catalisadores e estimuladores do processo do aprendizado. A criança deve ter curiosidade, alegria e prazer em aprender uma língua. A felicidade já está dentro da criança, é preciso manter um clima propício para a aprendizagem, fazendo a criança se sentir livre e segura”, afirma Geraldo.



Outro aspecto muito importante na hora de introduzir um novo idioma em uma idade precoce é a participação da família. Ou seja, é preciso que os pais ou responsáveis tenham o hábito da prática desse novo idioma em casa para ajudar a criança a entender melhor o significado do idioma. Se o ambiente em que a criança convive não tem o uso do código linguístico do outro idioma a criança pode ficar confusa com relação às palavras. A linguagem começa com os pais nomeando as ações “caiu”, “bateu”, a criança vê a ação e ouve o que aconteceu, isso significa que ela vivenciou o acontecimento. Ela viu, ouviu e entendeu a ação. Com o tempo, ela vai associando ações com palavras, e a linguagem oral vai ganhando significado no contexto geral, isso significa vivencia prática. Se a família usa outros códigos linguísticos, a criança começa a perceber que existem outros nomes para a mesma ação.


A criança só vai conseguir distinguir sozinha as diferenças de linguagem por volta dos 7 anos. É por isso que a alfabetização também começa nessa idade. Então, se a família não tem a vivência prática de outro idioma o ideal é que a criança comece a aprender outras línguas nessa faixa etária. “O importante para o aprendizado de outro idioma é respeitar as 3 fases de aprendizado: Vivência, representação, significado” afirma a Professora Rosa Maria.


Carolina E. L. Lauria
Carolina Elizabeth Lopes Lauria, Professora Mestre da área da educação da FMU explica que até a puberdade, 12 anos, todas as janelas de possibilidades de conhecimento estão abertas. Dos 6 aos 12 é uma boa fase de aprendizagem. Porém os pais devem levar em conta as habilidades, as múltiplas inteligências, dos filhos. Ela explica que a partir dos 6 anos tem início uma maturidade da memória de longo prazo. Não existe um método de aprendizagem que seja mais eficaz. O Brasil ainda não conseguiu definir seu método de alfabetização. “Estamos na proposta construtivista, mas nada de concreto. O mais importante é ter uma motivação sentimental, porque se moro num lar onde meus pais falam inglês fluente é muito mais fácil e faz mais sentido aprender outro idioma”, reforça a Professora Elizabeth.


Como identificar se o filho não está pronto para outro idioma?


Os sinais são vários, a criança sempre vai sinalizar se ela não está bem. “Um sinal que a gente chama de grave é dado pelo próprio corpo, a dor pode ser expressa através do comportamento agitado, agressivo ou ainda no desligamento, ou seja, desinteresse acompanhado de apatia, recolhimento no seu próprio mundo já que o que deveria ser aprendido não está fazendo sentido para ela”, explica a Professora Rosa Maria.

Outro ponto importante na hora da escolha de uma escola de idiomas, segundo os profissionais da área, é lembrar que para qualquer aprendizagem é preciso existir o lúdico.


Flavia Cardoso

Segundo Flávia Cardoso, Educadora da Gaia Idiomas, o papel do educador em sala de aula não é ser a pessoa que vai trazer a informação para as crianças, mas sim o profissional que vai mediar o que a criança já sabe com seus novos conhecimentos. “Até os 7 anos não usamos livros, trabalhamos com projetos de situações cotidiana e aspectos do aprendizado que envolvem temas como esportes, ciências, culinária, jardinagem, personagens, contos de fadas, músicas, meios de transportes”, diz.


O pai deve ter em mente que também existem as diferenças de aprendizado que variam de criança para criança. É um aglomerado de fatores associados, englobam questões orgânicas, estimulação do meio que ela vive e o desejo dela em interagir com esses estímulos. Não se pode negar também que a criança tenha desejos. Ou seja, ela pode não gostar de determinado idioma. “É um conjunto de fatores que vão determinar um maior grau de facilidade ou não de aprendizagem. Antes dos 6 ou 7 anos é mais difícil de reconhecer se a criança está aprendendo ou não, ela ainda é muito precoce e quer brincar com as letras, quanto menor a criança menos recursos a gente tem para identificar esse desejo”, pondera a Professora Rosa Maria.


A Janela de Aprendizagem



A cobrança e a ansiedade dos pais podem atrapalhar o processo. É preciso respeitar as habilidades das crianças. Se a criança não gostar não adianta. Ela não vai ser feliz, não vai exercer as tarefas, vai ficar de mau-humor, não vai participar. Quando essa criança estiver em outra faixa etária com maior maturidade vai poder decidir o que realmente quer fazer.

Maturidade, sentido, habilidade. A janela de aprendizagem da criança está aberta dos 0 aos 12 anos, mas a maturidade começa a partir dos 6 . “Tem uma coisa interessante… por mais que uma criança comece com 10 anos a aprender outro idioma, ela não vai ter prejuízo de aprendizagem ou fixação se comparado a uma criança que começou aos 6”, compara a Professora Carolina Elizabeth.

Carolina Albuquerque
Carolina Albuquerque, Estudante de Pedagogia da FMU e Professora Auxiliar de uma escola bilíngue tem trabalhado com crianças de um ano e meio, e faz a seguinte observação “As crianças de 5 para 6 anos guardam com mais facilidade o que falamos, conseguimos desassociar o inglês do português. Com as turmas menores tudo é traduzido para o português. Eles ainda não fazem associação, a gente fala inglês com eles e eles respondem em português. O método é falar inglês na escola que trabalho. Ver a imagem associada a uma palavra em inglês facilita a associação. Uma forma sutil de introduzir o inglês é ouvir a criança em português mas responder em inglês, isso vai ajuda-la gradativamente a pensar em inglês.”


Projeto de Situação Cotidiana da Gaia.
Nós aprendemos muito mais quando ouvimos, vemos e fazemos. Ninguém aprende só ouvindo, então as imagens tanto na alfabetização da língu a materna quanto em outro idioma são importantes, “o método analítico é o que vem sendo usado pelas escolas”, diz a Professora Carolina Elizabeth.

Segundo Geraldo, apesar da liberdade na hora de aprender, as crianças passam por um processo pedagógico de aprendizagem. “Elas passam em 5 estações diferentes, tem ‘time’, tem ordem, tem cooperação, tem planejamento e os educadores preparam as aulas para cumprir um circuito de ensino. Elas cozinham, cantam, brincam, arrumam, jogam, pulam, dançam. Tudo dentro da metodologia. Temos uma horta para ajudar na prática, eles que plantam, sabem o que estão plantando, acompanham o crescimento e depois colhem.”

Da esq. para a dir.: Ilana Alves, Carolina E. L. Lauria, Carolina Albuquerque.


A observação e o acompanhamento na fase de aprendizagem é o principal termômetro que os pais e responsáveis têm para medir o desejo e habilidade dos filhos. Cada criança tem um motivo, tem uma motivação, tem um tempo, um sentimento e suas próprias vontades que devem ser respeitadas. Só assim, ela terá prazer em aprender, não só na infância, mas também na fase adulta.

Por Ilana Alves.


Publicado originalmente em 18/02/15 no site: 
Vila Nova Conceição SP - http://www.vilanovaconceicaosp.com.br/filhos-qual-a-melhor-idade-para-aprender-outro-idioma/

Links dos artigos relacionados, e que sugiro que leiam:
(1) Artigo: "A liberdade"
(2) Artigo: "Nasce um novo negociador"
(3) Artigo: "Estar Preparado"

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Crianças Inteligentes Constroem um Mundo Melhor

O economista Samuel Pessoa, em um artigo para a Folha de São Paulo de 18 de janeiro de 2015, faz um paralelo entre investimento em qualidade educacional e crescimento econômico.

Nesse artigo, Samuel cita o estudo da jornalista Amanda Ripley que fala sobre sistemas educacionais no mundo e a avaliação dos estudantes nos testes do Programa Internacional de Avaliação de Estudos, ou PISA.

O estudo deixa claro que, independente do país e da classe social, o diferencial da qualidade nos resultados mensurados não fica reduzido a um “mapa do tesouro”.



As soluções são sempre locais e personalizadas, a partir das qualificações e esforços do líder que trabalha formando equipes de excelência.

Saber selecionar talentos, formar bons educadores através do treinamento e ter práticas pedagógicas que estimulem o aprendizado contínuo da equipe através da vivência e da alegria em aprender e praticar.


Entretanto, o resultado final só terá sentido se os educadores despertarem os reais interesses das crianças, que por sua vez conduzirão os esforços aplicados materializando resultados surpreendentes.


Sem alunos que vivenciem o conhecimento adquirido e os transformem em práticas de vida saudáveis e atitudes inteligentes, não há sentido no esforço educativo.


O processo educativo efetivo é atribuído aos pais e é indelegável, mas sabemos que juntos podemos ser parceiros no desenvolvimento de cada aluno.


A tecnologia e a internet conectam máquinas, pessoas e ferramentas com uma eficácia estonteante, melhorando assim o compartilhamento de informações, democratizando o conhecimento e dando condições a uma nova revolução da humanidade.


A neurociência comprova que o aprendizado internalizado em escolas com excelência na qualidade educativa, nos primeiros anos de vida, se reflete na vida da criança com efeitos positivos, para sempre.

Aqui na Gaia Idiomas temos plena consciência da importância do processo de aprendizado e nos especializamos a trabalhar com crianças a partir dos dois anos, almejando ser parte, junto com os pais, desta importante etapa no processo de crescimento das crianças.

Venha conhecer a Gaia Idiomas, nossas instalações, nosso sistema educacional e nossos educadores, e visite nosso site www.gaiaidiomas.com.br. e curtam nossa página no Facebok: facebook.com/gaiaidiomas.

Um grande abraço a todos,

Geraldo Leal de Moraes

 

terça-feira, 22 de março de 2011

Aprendendo inglês para a Vida

É com entusiasmo que publico no blog o artigo da coordenadora pedagógica Mirela Ramacciotti da Escola Teddy Bear - Vila Nova Conceição:

“Sempre me perguntaram: qual a idade ideal para começar a estudar inglês?

O mais cedo possível, respondia eu, mas sempre levando em conta as características do desenvolvimento da criança.




Hoje, mais do que nunca, sinto que, apoiada pelas mais recentes e acatadas descobertas científicas sobre o cérebro e seu desenvolvimento, aprender inglês desde uma idade bem precoce facilita sua aquisição e ajuda sobremaneira na sua utilização em épocas posteriores.
Vale, a essa altura ressaltar que, esse aprendizado deve sempre obedecer aos vários estágios cognitivos e de amadurecimento por que passam a maioria das crianças e levar em conta a necessidade de afeto e apoio que eles têm na primeira infância.



É nessa hora que o professor tira sua ‘roupagem’ mais exterior e se coloca no papel de um educador.
(1) Leia depois o artigo:  "O Verdadeiro Relacionamento";



Esse profissional irá, através de sua sensibilidade e munido de uma competência bastante trabalhada, facilitar a ‘entrada’ do aluno em um mundo que deve ser bastante vivencial para poder ser realmente aprendido.
(2) Leia depois o artigo:  "A Liberdade";

Essa vivência passa por todos os sentidos e tendências que temos ao nascer e que vamos desenvolvendo de acordo com nosso código genético e nossas experiências.

Utilizando os sentidos e os estilos de aprendizado (visual, auditivo, gustativo, olfativo, tático e cinético) testamos e desafiamos esses aprendizes a experimentar o conhecer e a, principalmente, relacionar de forma gradual, eficaz e muito lúdica, o conhecer com o prazer e alimentar uma fome natural e positiva de todos nós, seres humanos, que é a de APRENDER.

E é assim que trabalhamos, diariamente, aqui na escola Teddy Bear. Através de um preparo cuidadoso de cada aula, de espaços que promovem diferentes experiências e vivências e de muita alegria e respeito, que tecemos o intricado e rico tecido do aprendizado de uma outra e essencial, língua que é o inglês.
(3) Leia depois o artigo:  "Aldeia Global para quem fala inglês";



Convidamos todos vocês, pais, avós, tios e tias, curiosos e aprendizes que venham nos conhecer, vivenciar e apreciar essa que, acredito ser uma forma completa, pois envolve o ser como um todo, de aprender e de tornar-se verdadeiramente um cidadão do mundo.”





Se você quiser vivenciar um dos momentos trabalhados em aula venha para:




Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:

(1) Artigo: "O Verdadeiro Relacionamento"
(2) Artigo: "A Liberdade"
(3) Artigo: "Aldeia Global para quem fala inglês"

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Elisa e a escola Teddy Bear

Há oito anos, nos mudamos para Florianópolis, a Ilha da Magia.

Silvia e eu achávamos que tínhamos a preparado para a mudança, mas ficou magoada e chateada.

Elisa deixava para trás aos 11 anos a sua turma da escola Waldorf Rudolf Steiner, às amigas e amigos do Clube de Campo de São Paulo, da praia da Baleia e todos primos, primas, tios, tias desta grande família Leal de Moraes.

Florianópolis era para ela a Desterro ficando triste e um pouco isolada das coisas e dos amigos.

Havia dois momentos e lugares em que seu sorriso se abria e sua alegria se espalhava e contagiava eram os dois dias da semana que ia para a Teddy Bear, quando seu semblante mudava e ia e voltava deste fantastic world com os olhos brilhando.


(1) Leia depois o artigo: "A Liberdade"

Os outros dois dias sagrados eram o das aulas de piano com o alegre, simpático e competente Alberto Heller (www.albertoheller.com), na Camerata de Florianópolis.

Sempre que podia a acompanhava e sempre curti suas aulas. Não me esqueço de uma apresentação dela na festa de fim de ano da Camerata de Florianópolis quando tocou a quatro mãos com Alberto HellerEste que é um dos melhores pianistas do Brasil e do mundo,  fez uma apresentação na Academia Catarinense de Letras e Artes há duas semanas e tornou-se um grande  amigo e tivemos nesse dia a oportunidade de conversamos bastante.

Na Teddy Bear eu a deixava e ia buscá-la nos primeiros anos de Florianópolis, sempre alegre e irradiante. Era uma viagem e mudança que fazia duas vezes por semana ao Teddy Bear World.

Há pouco mais de um ano soube que a Teddy Bear estava se expandindo, e eu sentia que precisava também começar algo novo, ter mais um desafio que me mantivesse com o foco no futuro, procurei conhecer melhor o produto, o serviço, o negócio, a missão, os valores e me encantei e me comprometi com a escola Teddy Bear.

Em uma das minhas vindas para São Paulo, procurei minha amiga de sempre Beth Assumpção, mas que há vinte anos não nos encontrávamos. Nos reencontramos e contei para ela da Teddy Bear e que gostaria de trazer para São Paulo, sua primeira reação como a da maioria dos meus amigos foi.

- Ficou louco?
Aí eu respondi:
- Não, por que você será minha sócia, você está no mercado há muitos anos, foi uma empresária de sucesso na época do Bem Me Quer, e sempre amou e trabalhou com crianças.

Ela quase me bateu...


(2) Leia depois o artigo: "O Verdadeiro Relacionamento"

Pedi que visitasse o site: www.teddybear.com.br , convite que, também, faço para você que está lendo.

Em outra oportunidade fomos conhecer a unidade de Jundiaí.

Beth disse que realmente tratava-se de algo inovador, cativante e que teria resultados.

Beth Assumpção foi tão amiga de lá pra cá e tem  sido minha conselheira e sócia de fato.

Uma vez tido esse apoio conversei com Elisa e a convidei para ser minha sócia. Ela vibrou.

Daí para a frente foi um árduo caminho de passar por um rígido processo de aceitação, identificação com os valores e conhecer os excelentes consultores que acompanham Luciana e Tony Franceschi, idealizadores e realizadores da Teddy Bear.

Localizar a unidade em São Paulo foi uma novela desgastante, parece que o plano diretor da cidade conspira contra as escolas.

É com alegria que estou informando que este presente para a cidade de São Paulo, estará disponível para uma formação, integração e muito processo criativo de aprendizagem para as meninas e meninos de 2 a 16 anos.

A nossa unidade será na Rua Coronel Artur de Paula Ferreira,110 na Vila Nova Conceição.  E será inaugurada no início de fevereiro. Aguarde o convite.


(3) Leia depois o artigo: "Sei que Eu e Você Somos Gotas no Oceano"

A unidade Alto de Pinheiros, Rua dos Macunis, 485, é comandada por Evandro e Mariana Amidani, que já está recebendo matrículas.

Conto com vocês meus amigos, e minhas amigas e os convido mais uma vez para entrarem no site e conhecer a Teddy Bear: www.teddybear.com.br, e receber seus comentários.

Links dos artigos relacionados, e que sugeri que leiam:

(1) Artigo: "A Liberdade"
(2) Artigo: "O Verdadeiro Relacionamento"
(3) Artigo: "Sei que Eu e Você Somos Gotas no Oceano"