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sexta-feira, 27 de maio de 2011

O engenheiro como negociador em um ambiente de mudanças.

A tecnologia permitiu que a conectividade das máquinas e códigos aproximasse as pessoas.

A informação e o conhecimento se disseminam em tal velocidade que o processo da aprendizagem e transformação das pessoas possa ocorrer na mesma velocidade.

Entender, se comunicar e interagir com as pessoas em sua nova forma de pensar e agir e ter a percepção que das multiplicidades de usos do conhecimento que surgem em cada novo produto ou serviço é um exercício de sobrevivência.

O conhecimento técnico e a especialidade são bases para uma boa formação e embasamento para a evolução, mas são apenas condições necessárias, mas não suficientes para que o profissional de engenharia interaja com as novas necessidades e expectativas mutantes dos clientes.

O engenheiro além de dominar a arte da comunicação para ter uma interação adequada e de ganha-a-ganha com seu público alvo, precisa desenvolver flexibilidade de compreensão e de empatia para propor novas alternativas que atendam a esse público.

A liderança compartilhada na formação de equipes multifacetadas e a capacidade de orquestrar de forma harmônica e dinâmica grupos de trabalho são habilidades requeridas ao novo gestor.

Assim em conjunto com a Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha preparamos o curso “Treinamento de Negociação para Engenheiros” a ser realizado em 22 de setembro de 2011.



Este curso tem como objetivo aprimorar as técnicas de negociação utilizando “As 7 Fases da Venda – ©MCA Consult” e orientando para um melhor desempenho profissional na arte de negociação.

Esperamos ter a sua participação e obter o bom resultado dos outros eventos.

Faça a sua inscrição e veja o programa através do link: 

Leia também os artigos: 

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Gestão Estratégica

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.

Intuição, visão de futuro e decidir caracterizam o gestor que faz, constrói e desenvolve.

Lembro-me de uma frase de Adolf Bloch (1908 – 1995), homem pragmático e realizador, fundador da Manchete.

“O importante não é ser, ter, nem parecer, mas fazer, construir, desenvolver”.

A gente só é o que faz aos outros. Somos consequência desta ação.

O gestor estratégico confia em si e como extensão na equipe, forma novos lideres e seu envolvimento é sempre com as soluções.

Os problemas e dificuldades naturais de todos os processos servem como fontes de observação para, se analisadas suas causas, se transformarem em processos de aprendizado.

Repetir erros é ficar na mesmice e não evoluir, mas lembre-se, só não erra quem não faz.

Quando falamos em empresas falamos de pessoas, pois aquelas evoluem quando estas crescem e se transformam como profissionais.

Então, formar talentos e estar treinando as equipes é estar renovando e transformando a empresa.

Saber reconhecer os valores e habilidades daqueles que são possíveis novos talentos é fundamental para uma boa escolha de admissão, mas somente após 6 meses de convivência e experiência conjuntas, o líder vai saber se realmente a escolha foi a adequada para o cargo e circunstâncias.

Criar condições para que os planos de carreira sejam do indivíduo e ele encontre seu caminho é fundamental, se dentro da empresa melhor.

O líder estratégico intui, tem visão de futuro e decide, mas sua prioridade para sustentabilidade da empresa é ser coach de seus liderados, pois uma empresa é operada por pessoas.

A intuição define a missão profissional ou de vida, o produto, o segmento a ser seguido é o sentir estratégico.

A visão de futuro define os meios, os processos, os equipamentos necessários é o pensar estratégico.

Tomar a decisão é atuar com as pessoas para que as coisas comecem e dêem seguimento é o querer estratégico.

Leiam o artigo “O pensar, querer e sentir estratégico das empresas” e revejam alguns aspectos de sua empresa.

Fica a mensagem que o fazer adequado, prazeroso e com resultados é estratégia de evolução pessoal e profissional.

Afinal Igor Ansoff já definiu estratégia como “de onde você está e para onde você quer ir”.

Intuir, ter visão de futuro e decidir nos leva a gestão estratégica do fazer, construir e desenvolver e consequentemente aos processos da gestão compartilhada.