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sexta-feira, 27 de maio de 2011

O engenheiro como negociador em um ambiente de mudanças.

A tecnologia permitiu que a conectividade das máquinas e códigos aproximasse as pessoas.

A informação e o conhecimento se disseminam em tal velocidade que o processo da aprendizagem e transformação das pessoas possa ocorrer na mesma velocidade.

Entender, se comunicar e interagir com as pessoas em sua nova forma de pensar e agir e ter a percepção que das multiplicidades de usos do conhecimento que surgem em cada novo produto ou serviço é um exercício de sobrevivência.

O conhecimento técnico e a especialidade são bases para uma boa formação e embasamento para a evolução, mas são apenas condições necessárias, mas não suficientes para que o profissional de engenharia interaja com as novas necessidades e expectativas mutantes dos clientes.

O engenheiro além de dominar a arte da comunicação para ter uma interação adequada e de ganha-a-ganha com seu público alvo, precisa desenvolver flexibilidade de compreensão e de empatia para propor novas alternativas que atendam a esse público.

A liderança compartilhada na formação de equipes multifacetadas e a capacidade de orquestrar de forma harmônica e dinâmica grupos de trabalho são habilidades requeridas ao novo gestor.

Assim em conjunto com a Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha preparamos o curso “Treinamento de Negociação para Engenheiros” a ser realizado em 22 de setembro de 2011.



Este curso tem como objetivo aprimorar as técnicas de negociação utilizando “As 7 Fases da Venda – ©MCA Consult” e orientando para um melhor desempenho profissional na arte de negociação.

Esperamos ter a sua participação e obter o bom resultado dos outros eventos.

Faça a sua inscrição e veja o programa através do link: 

Leia também os artigos: 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O novo mundo do aprendizado on-line e o enterro da velha Universidade

Clique nas imagens para visualizar em resolução máxima.

Meu amigo Marcos Telles, em 27 de novembro de 2009, foi um dos palestrantes do 4º Encontro CIEE – ABED de Educação a Distancia.

O evento se realizou no Espaço Sócio Cultural Teatro CIEE no Itaim – Bibi em São Paulo.

Eu fui um dos privilegiados em assisti-lo.

Com seu estilo enfático, tomou conta de toda a platéia.

Era um ator? Um aprendiz entusiasmado? Um sábio passando conhecimento aos que estavam atentos e abertos a receber esta dádiva?

Não sei.

Eu o conheço e convivo com o mesmo há décadas, se revelar a data ele vai ficar bravo, pois continua jovem.

Marcos Telles em poucas palavras descreveu o cenário do mundo:

Complexidade;
Paradigma de Indeterminação;
Pluralidade de Caminhos.

Assim para se atuar, interagir e se integrar há poucas opções ou caminhos:

Simplicidade;
Objetividade;
Ter escala;
Ter qualidade.

Já vivemos uma filosofia que na prática se traduz em:

Rapidez;
Flexibilidade;
Coerência;
Foco na prática.

Instrumentos de navegação para este mundo, aparentemente contraditório, mas real e em transformação são:

Ter competências requeridas;
Estratégias estruturadas;
Balance score card;
Indicadores de resultados.

Marcos comprovou de forma enfática e didática o momento em que o Titanic, chamado Universidade se choca com o iceberg Educação Continuada:

Lentidão X Rapidez;
Mudança difícil X Flexibilidade;
Segmentação X Coerência;
Distanciamento da prática X Foco na prática.










É meu amigo Marcos Telles você deixou claro que temos que desaprender mais rápido como fez a professora Marta de Campos Maia, que tem em sua filha de 16 anos sua tutora em fazer tudo ao mesmo tempo.

Marta foi a palestrante da manhã, profissional que se inspirou e cresceu nas suas vivencias da FGV - EAESP e se realiza na Educamos On-line.

Sua palestra sobre Inovação em Sala de Aula, quando aborda as tecnologias educacionais e os Nativos Digitais nos brinda com uma visão de futuro que já está ai. Fantástica. Ela acentua a revolução que a geração Y está fazendo de forma on-line, mas de forma sustentável.

Vejam em “power point” sua apresentação clicando aqui. É imperdível e vai fazer você cair de costas.

Adeus mundo dos sábios e dos donos das verdades, bem vindo mundo que se começa com descobertas via internet e na educação a distância.

Foi bom rever o também jovem e sempre pioneiro Frederic Michael Lito, entusiasmado presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância e ao excelente realizador Eduardo Sakemi superintendente de Tecnologia e Informação e da Educação do CIEE.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Vendas, Comunicação e Criatividade para Engenheiros que Atuam na Área Comercial

Clique na imagem para melhor visualização.


Boa parte de minha vida profissional tem sido na convivência com engenheiros de todas as especialidades, que normalmente ascendem às atividades gerenciais e comerciais pela área do conhecimento e tecnologia dos produtos e serviços em que atuam.

Cartesianos e exatos formulam suas negociações, sua gestão e sua liderança, de forma em que o lado esquerdo do cérebro seja dominante, a racionalidade e a exatidão matemática dão à tônica.
Afinal sentir-se seguro é uma situação circunstancial, pois todos estamos seguros quando fazemos algo que conhecemos bem ou estamos habituados, e todos estamos inseguros em situações novas ou a que não estamos habituados.

Os processos e as negociações com clientes internos e externos são áreas inexatas e as situações nunca se repetem. Surgem as primeiras dificuldades e o novo aprendizado no ensaio e erro por parte do engenheiro. O novo cenário de negociações, de liderança de pessoas, de gestor de equipes em tempos de mudanças rápidas, exige intuição, flexibilidade, competência e rapidez de soluções e muito empenho.

Afinal todos nós decidimos pelas nossas expectativas, ou seja, pelo o que esperamos, sonhamos, desejamos e não pelas necessidades reais e lógicas.

Assim também são nossos clientes internos e externos.

A comunicação começa a ser o grande problema de relacionamento pessoal e profissional para o engenheiro. A compreensão do outro parece ser uma dificuldade quase intransponível, quase sem lógica nenhuma para a formação racional do engenheiro. O lado direito do cérebro é solicitado e se começa um novo processo de aprendizado e desenvolvimento.

A empresa de hoje vive uma situação bíblica, se vivencia a Torre de Babel, todos falam, todos sabem o que desejam ninguém se entende, ninguém escuta ninguém. Criam-se departamentos, feudos, áreas herméticas. A burocracia domina neste cenário.
A arte de negociar é a condição para que se haja uma comunicação, ou um dialogo e para que se chegue a algum lugar.

Nossa vivencia nas áreas de estratégia, marketing, vendas e suprimentos com muitos engenheiros e montagens de planos de carreiras para muitas empresas nos leva a ter a certeza da importância do desenvolvimento de nosso lado direito do cérebro, nossa intuição.

Hoje na Economia Globalizada e de Mercado com seu equilíbrio dinâmico e instável, o cliente não está mais comprando produtos e serviços e sim soluções. Ele deseja, dentro de sua qualidade percebida, a resolução de seus problemas. Quer ter, nos produtos e serviços que ele compra qualidade e produtividade, ele quer ter um “turn key”, ou seja, que você entregue o seu equipamento instalado e funcionando, a equipe dele treinada por você e te exige a garantia de não quebra. Quer o seguro do lucro cessante por qualquer defeito e exige produtividade com qualidade.

O cliente está de olho no “core business” dele e não quer mais entender dos produtos e serviços que você fabrica e oferece. Quer simplesmente a melhor solução.
Em função desta realidade montamos um programa especial de desenvolvimento profissional para engenheiros, técnicos, profissionais racionais, lógicos e exigentes no seu relacionamento para com o outro.

Afinal de contas o lado da intuição, da criatividade e da inteligência emocional pode e deve ser desenvolvido de forma metódica com treinamento adequado, porque não dizer, com racionalidade.

Nosso objetivo é que através do uso de uma ferramenta poderosa que transforma cada atendimento em um case, você se aprofunde nos processos de vendas, de comunicação e identifique onde acertou e errou em cada case e saiba como melhorar de forma permanente, adequada e consistente. Ferramenta esta, que respeita a sua essência, maneira de ser e características.

Esta ferramenta é também um processo de estratégia para segmentos, áreas de atuação e desenvolvimento pessoal. Afinal, Igor Ansoff já dizia: “Estratégia é aonde você está e aonde você quer chegar”.

Trabalharemos com “As 7 Fases da Venda” © MCA Consult de forma lógica, vivencial e lúdica em nosso encontro.