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sexta-feira, 27 de maio de 2011

O engenheiro como negociador em um ambiente de mudanças.

A tecnologia permitiu que a conectividade das máquinas e códigos aproximasse as pessoas.

A informação e o conhecimento se disseminam em tal velocidade que o processo da aprendizagem e transformação das pessoas possa ocorrer na mesma velocidade.

Entender, se comunicar e interagir com as pessoas em sua nova forma de pensar e agir e ter a percepção que das multiplicidades de usos do conhecimento que surgem em cada novo produto ou serviço é um exercício de sobrevivência.

O conhecimento técnico e a especialidade são bases para uma boa formação e embasamento para a evolução, mas são apenas condições necessárias, mas não suficientes para que o profissional de engenharia interaja com as novas necessidades e expectativas mutantes dos clientes.

O engenheiro além de dominar a arte da comunicação para ter uma interação adequada e de ganha-a-ganha com seu público alvo, precisa desenvolver flexibilidade de compreensão e de empatia para propor novas alternativas que atendam a esse público.

A liderança compartilhada na formação de equipes multifacetadas e a capacidade de orquestrar de forma harmônica e dinâmica grupos de trabalho são habilidades requeridas ao novo gestor.

Assim em conjunto com a Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha preparamos o curso “Treinamento de Negociação para Engenheiros” a ser realizado em 22 de setembro de 2011.



Este curso tem como objetivo aprimorar as técnicas de negociação utilizando “As 7 Fases da Venda – ©MCA Consult” e orientando para um melhor desempenho profissional na arte de negociação.

Esperamos ter a sua participação e obter o bom resultado dos outros eventos.

Faça a sua inscrição e veja o programa através do link: 

Leia também os artigos: 

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Comunicação Eficaz e Liderança Compartilhada

A causa dos grandes problemas está em pequenos problemas não resolvidos.

A fonte do desentendimento começa na comunicação mal feita, nas percepções diferentes das pessoas, nas expectativas frustradas geradas por uma informação não esperada ou pelo desinteresse ou “não estou nem aí” das pessoas para as coisas que aparentemente não lhe dizem respeito.
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A boa comunicação cria as bases do diálogo, permite o feedback que alimenta o respeito, o entendimento, a compreensão.

O desaparecimento do diálogo é o início de uma guerra surda e fria, que leva ao egoismo e isolamento das pessoas.

A comunicação só começa a acontecer quando o outro tem a percepção da informação que pode ser corporal, visual, escrita e etc., e como a percepção de cada pessoa é própria e única à mensagem é codificada pelos seus valores, conhecimento e experiência.

Aí para a mesma informação há tantas comunicações quanto às pessoas que as recebem.
Perguntar e ter feedback é fundamental para se saber o que foi entendido e permitir se tirar conclusões através do diálogo.

As circunstâncias do momento, também interferem no entendimento do que se quer comunicar.

Se a outra pessoa vive um momento alegre e descontraído receberá a mensagem de uma forma, se estiver tensa, preocupada ou em estado de desatenção, o resultado do entendimento será outro.

O comprometimento do outro só haverá se quem se comunica passar atenção, interesse, credibilidade, entusiasmo e parceria.

Assim, se percepção, expectativas e envolvimentos são barreiras a comunicação, o antídoto ou dicas está em usar uma linguagem simples, prestar atenção ao que foi entendido (perguntas – feedback) e ter a capacidade de se colocar no lugar do outro (empatia).

A liderança compartilhada tem como objetivo criar equipes pro ativas que criam e participam das decisões e ações.

Isto só ocorre se o líder trabalhar para e com o grupo.

O velho chefe que quer que outros trabalhem para ele esta em extinção.

A vida, a nação e as empresas estão no dia a dia mostrando isso.

Lembre-se, nas organizações 95% dos problemas tem como causa uma má comunicação.
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Em descontraída palestra para as companheiras rotarianas do Rotary Club Florianópolis – Amizade, em 03 de agosto de 2009, tive 40 minutos de muito diálogo, aprendizado e alegria.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Individualidade e Comunidade

Cada um de nós é um indivíduo único, original e com características próprias.

Sendo você, você mesmo, com certeza será diferente. Não há ninguém igual.

Entretanto, como indivíduos somos gregários. Não há vida no isolamento.
O estímulo do aprendizado e do desenvolvimento vem de fora e a partir de um contexto da comunidade em que estivermos inseridos.

O indivíduo ao nascer está inserido em sua primeira comunidade, a família.

Ali ele recebe proteção, aprendizado, experiência e cultura. Os hábitos são incorporados pela imitação e repetição sem crítica e sem consciência.

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Nesta comunidade os indivíduos sofrem uma carga emotiva, afetiva, de dependência biológica e econômica.

Normalmente as relações familiares são subjetivas, sem objetividade, gerando incompreensão e desajustes em cada indivíduo. As coisas vão acontecendo naturalmente.

Nas primeiras comunidades externas a família como a escola, amigos da rua e vizinhança surgem intolerâncias e desavenças, pois os indivíduos são cultural e espiritualmente diferentes.

Aqui afinidade de objetivos e comunicação são os fundamentos e as habilidades que permitem superar as diferenças e criar um clima de entendimento interativo e complementar – sinergia.

As influências familiares que carregamos podem ser positivas e negativas diante de um novo contexto.

Nos processos de relacionamento conhecemos pessoas fechadas, famílias mais fechadas, núcleos mais fechados, cidades mais fechadas, empresas mais fechadas e paises mais fechados. A causa, normalmente está no instinto de conservação dos velhos hábitos ou cultura, no medo de não sobreviver na nova realidade da comunidade maior em que está inserido.

O corporativismo se exacerba criando clima de egoísmo e mais separatividade.

Desde cedo à escola da vida mostra que os indivíduos que tem um amor expansivo obtido através da transmutação permanente de seus hábitos, por mais arraigados que sejam, conseguem como indivíduos e famílias serem fonte de um bem estar material, mental e espiritual.

Ser “fonte de bem estar” é a meta, o objetivo, a missão do indivíduo ou da família ou de qualquer comunidade em que seus membros estejam à disposição dos outros. O ideal de servir ajuda e muito no processo evolutivo.

As ferramentas para a construção desta “fonte de bem estar” são respeito, reverência, tolerância e ajuda recíproca que fundamentam uma sociedade mais justa, equilibrada e participativa.

Na essência vivemos um para o outro.

Namastê é o cumprimento indiano e seu significado é: o Deus que está dentro de mim, saúda o Deus que está dentro de você.

Transcender é a forma madura de sair do pequeno círculo e isto não significa desatende-lo e sim compreendê-lo.

Cortar posturas egoístas próprias ou laços egoístas com indivíduos ou com a comunidade em que está inserido não é deixar de amar ou eximir-se de responsabilidade. Talvez seja a expansão de um amor mais inclusivo e verdadeiro.

Uma visão mais universal nos move a transcender o pequeno círculo.

A ação de incluir mais seres humanos é expandir a fonte de bem estar a todos.
Não há oposição entre nós e eles e sim a convergência de todos nós.

A riqueza do mundo está na diversidade das pessoas, regiões, nações e crenças.

Como é saudável e bom desenvolver a individualidade plena e em harmonia com a comunidade que se está inserido.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Vendas, Comunicação e Criatividade para Engenheiros que Atuam na Área Comercial

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Boa parte de minha vida profissional tem sido na convivência com engenheiros de todas as especialidades, que normalmente ascendem às atividades gerenciais e comerciais pela área do conhecimento e tecnologia dos produtos e serviços em que atuam.

Cartesianos e exatos formulam suas negociações, sua gestão e sua liderança, de forma em que o lado esquerdo do cérebro seja dominante, a racionalidade e a exatidão matemática dão à tônica.
Afinal sentir-se seguro é uma situação circunstancial, pois todos estamos seguros quando fazemos algo que conhecemos bem ou estamos habituados, e todos estamos inseguros em situações novas ou a que não estamos habituados.

Os processos e as negociações com clientes internos e externos são áreas inexatas e as situações nunca se repetem. Surgem as primeiras dificuldades e o novo aprendizado no ensaio e erro por parte do engenheiro. O novo cenário de negociações, de liderança de pessoas, de gestor de equipes em tempos de mudanças rápidas, exige intuição, flexibilidade, competência e rapidez de soluções e muito empenho.

Afinal todos nós decidimos pelas nossas expectativas, ou seja, pelo o que esperamos, sonhamos, desejamos e não pelas necessidades reais e lógicas.

Assim também são nossos clientes internos e externos.

A comunicação começa a ser o grande problema de relacionamento pessoal e profissional para o engenheiro. A compreensão do outro parece ser uma dificuldade quase intransponível, quase sem lógica nenhuma para a formação racional do engenheiro. O lado direito do cérebro é solicitado e se começa um novo processo de aprendizado e desenvolvimento.

A empresa de hoje vive uma situação bíblica, se vivencia a Torre de Babel, todos falam, todos sabem o que desejam ninguém se entende, ninguém escuta ninguém. Criam-se departamentos, feudos, áreas herméticas. A burocracia domina neste cenário.
A arte de negociar é a condição para que se haja uma comunicação, ou um dialogo e para que se chegue a algum lugar.

Nossa vivencia nas áreas de estratégia, marketing, vendas e suprimentos com muitos engenheiros e montagens de planos de carreiras para muitas empresas nos leva a ter a certeza da importância do desenvolvimento de nosso lado direito do cérebro, nossa intuição.

Hoje na Economia Globalizada e de Mercado com seu equilíbrio dinâmico e instável, o cliente não está mais comprando produtos e serviços e sim soluções. Ele deseja, dentro de sua qualidade percebida, a resolução de seus problemas. Quer ter, nos produtos e serviços que ele compra qualidade e produtividade, ele quer ter um “turn key”, ou seja, que você entregue o seu equipamento instalado e funcionando, a equipe dele treinada por você e te exige a garantia de não quebra. Quer o seguro do lucro cessante por qualquer defeito e exige produtividade com qualidade.

O cliente está de olho no “core business” dele e não quer mais entender dos produtos e serviços que você fabrica e oferece. Quer simplesmente a melhor solução.
Em função desta realidade montamos um programa especial de desenvolvimento profissional para engenheiros, técnicos, profissionais racionais, lógicos e exigentes no seu relacionamento para com o outro.

Afinal de contas o lado da intuição, da criatividade e da inteligência emocional pode e deve ser desenvolvido de forma metódica com treinamento adequado, porque não dizer, com racionalidade.

Nosso objetivo é que através do uso de uma ferramenta poderosa que transforma cada atendimento em um case, você se aprofunde nos processos de vendas, de comunicação e identifique onde acertou e errou em cada case e saiba como melhorar de forma permanente, adequada e consistente. Ferramenta esta, que respeita a sua essência, maneira de ser e características.

Esta ferramenta é também um processo de estratégia para segmentos, áreas de atuação e desenvolvimento pessoal. Afinal, Igor Ansoff já dizia: “Estratégia é aonde você está e aonde você quer chegar”.

Trabalharemos com “As 7 Fases da Venda” © MCA Consult de forma lógica, vivencial e lúdica em nosso encontro.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A proatividade e a excelência no atendimento ao cliente

Todos nós temos cenas vividas que ficam em nossa memória.

Em 1966, viajando do Rio de Janeiro para São Paulo de ônibus noturno, sentou-se ao meu lado um médico recém formado que fazia residência em um hospital.
Na época eu fazia pós-graduação no Conselho Nacional de Economia na Rua Senador Dantas no Rio de Janeiro.
Este rapaz passou a noite toda lendo, enquanto eu cochilava e dava uma dormida. Nas paradas conversávamos um pouco.
Ele me contou, então, que quando dava plantão ficava a noite toda lendo e a cada 1 hora visitava a UTI, os quartos comuns e coletivos, conversava com os pacientes e os examinava lhes tocando e dando atenção e assistência, interagia com a equipe de enfermagem se pondo à disposição.
Resultado: as noites eram tranquilas e produtivas. Criava-se um ambiente harmônico e de paz. Os pacientes sentiam-se atendidos, satisfeitos e felizes.
O mais importante: as urgências, correrias e índice de mortalidade que eram muito mais altos às noites e fins de semana, voltavam aos índices do turno diurno em seus plantões. Ele me confidenciou que aprendeu este método proativo com um velho professor clínico, viu o resultado e creio deve aplicar até hoje.

Lembro-me agora de meu velho pai, como gostava de ser chamado, que era também medico de família e pediatra. Ele dizia “A medicina preventiva e o saneamento básico eliminariam os grandes problemas quem levam as muitas doenças deste grande Brasil”.

Este momento ficou eternizado em minha alma naquele dia. Nunca mais vi o jovem médico, não sei seu nome, mas sou grato por tê-lo conhecido. Maktub.
De meu pai, além da semelhança genética ficaram todas as dicas da convivência e o aprendizado pela palavra e pela palmada.

Estou realizando um trabalho de consultoria e treinamento na TopMed, uma empresa que tem como negócio “gerir e cuidar da saúde das pessoas”, como visão “ser reconhecida no mercado pela excelência na gestão e no cuidado em saúde por meio da humanização e tecnologia”, como missão “promover a qualidade de vida das pessoas, melhorando a governabilidade do investimento em saúde e a produtividade das empresas e do País”.
Tenho conversado com Severino Benner, da Benner Solution que está atuando em desenvolvimento de tecnologia com este fim : A saúde como um valor que deve ser administrada e gerida pelo paciente com o apoio da medicina e da tecnologia.

Tenho trabalhado com afinco em meus clientes o conceito “O maior patrimônio de uma empresa é seu cliente”.
O cliente como o paciente, quer acima de tudo atenção e respeito, em seguida soluções, serviços e produtos de qualidade que atendam suas necessidades e expectativas a preços justos e cada vez mais baixos.


Assim o mundo de hoje, mais globalizado, mais competitivo exige de nós proatividade.
Mas o que é proatividade?
“Competência de antecipar-se a uma situação ou problema tomando a iniciativa para estar preparado para dar as soluções mais adequadas e criativas.”
Este conceito foi criado em um trabalho de grupo em evento de treinamento de Comunicação e Liderança Eficaz da MCA Consult em 09 e 10/01/2009 na MC-Bauchemie.

Gostaria aqui de deixar uma mensagem que venha a ser lida, entendida e melhorada por você.

“Quando estamos à disposição dos clientes, preparados para atendê-los e com atitudes pró-ativas estamos mais perto de ajudá-los a estarem satisfeitos e felizes e assim criando as bases de sustentabilidade e perenidade de nossas empresas”

Um obrigado a meu pai, ao jovem médico de 1966, aos meus clientes e a você que está interagindo comigo ao ler e comentar (se possível) este artigo.